O Presidente norte-americano está disponível para limitar à duração do combate contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria, e o tamanho do contingente de tropas em combate, disse quarta-feira um dos seus assessores de política externa.

Anthony Blinken, assessor adjunto de segurança nacional de Obama, reiterou a vontade da Casa Branca para que o Congresso adapte à campanha contra o Estado Islâmico a “Autorização para o uso da força militar” de 2001, lei que permite aos Estados Unidos lançarem ataques aéreos contra as redes terroristas no estrangeiro.

Dentro dessa modificação da autorização de guerra, Obama considera “apropriado” impor “um prazo de tempo razoável” à campanha contra o Estado Islâmico e impedir a possibilidade de “uma missão de combate duradoura e de grande escala”, assegurou Blinken numa audiência perante o Comité de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos.

Blinken respondeu, assim, às perguntas do presidente do Comité, o democrata Robert Menéndez, que lhe perguntou se seria razoável impor um limite de três anos à missão contra o Estado Islâmico e proibir uma missão de combate de grande escala no Iraque e na Síria.

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“Creio que os elementos que mencionou seriam apropriados e formariam uma boa base para uma conversa de desenvolvimento de uma nova ‘Autorização para o uso da força militar'”, respondeu Blinken a Menéndez.