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Pires Lima: Estímulos? "Reformas têm de continuar"

Plano de expansão monetária do BCE, a confirmar-se, será "decisão muito positiva" para evitar a "armadilha da deflação", diz António Pires de Lima, o ministro da Economia português que está em Davos.

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Ministro da Economia está no Fórum Económico Mundial, em Davos, Suíça.

Pedro Nunes/LUSA

Ministro da Economia está no Fórum Económico Mundial, em Davos, Suíça.

Pedro Nunes/LUSA

O ministro da Economia, António Pires de Lima, não tem dúvidas que o Banco Central Europeu irá apresentar um plano de expansão monetária esta quinta-feira e considera esta uma “decisão muito positiva” que mostra que “Mario Draghi está a fazer o que é necessário para escapar à deflação“. Ainda assim, o governante defende, em Davos, que os estímulos monetários não devem interromper o trabalho reformista na Europa, que “Portugal já fez e continua a fazer“.

“Vejo o anúncio deste plano de expansão monetária como uma decisão muito positiva por parte do BCE e acredito que Mario Draghi está a fazer o que é necessário para escapar à deflação”, diz António Pires de Lima, entrevistado pela televisão norte-americana CNBC à margem do Fórum Económico Mundial, em Davos, Suíça. “No que diz respeito ao crescimento, independentemente destas medidas de expansão monetária, temos de continuar com a agenda de reformas porque a Europa, se quiser competir com os EUA e a Ásia, tem de promover as reformas que nós, os portugueses, fizemos e continuamos a fazer”, asseverou o ministro da Economia.

Pires de Lima considera que “Mario Draghi tem feito um trabalho muito importante na Europa, não só há dois ou três anos quando teve um papel crucial para proteger o euro de todas as ameaças que existiam há três ou quatro anos”. Agora, o BCE está a combater “um risco importante na zona euro, que é a deflação“.

“Este programa de expansão monetária pode ser importante para que tenhamos uma inflação normal na Europa”, acrescentou Pires de Lima, salientando que “não queremos cair, nos próximos anos, numa situação próxima da japonesa. “Uma coisa é ter uma inflação de 2% ou 3%, que é uma inflação saudável, outra coisa completamente diferente é cair numa armadilha de deflação na Europa. Ninguém quer isso”.

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