País

Há rosas que sobrevivem na Madeira. As do jardim de Miguel Albuquerque

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Miguel Albuquerque, o novo presidente do Governo Regional da Madeira, é conhecido não só por ser anti-jardinista, mas também por ser um amante de rosas - tem mais de 17 mil na Quinta do Arco.

“Sou um colecionador compulsivo de roseiras antigas e modernas”, escreveu Miguel Albuquerque num livro de sua autoria “Roseiras Antigas de Jardim – Colecção da Quinta do Arco”. O agora presidente do Governo Regional da Madeira tem uma antiga paixão pelas rosas e, nesse livro, conta como reuniu mais de 17 mil roseiras e mostra-nos, com fichas detalhadas, algumas centenas dos seus mais belos exemplares e variedades.

“Inúmeras viagens, troca de correspondência, contactos e intercâmbio com especialistas de todo o mundo” permitiram a Miguel Albuquerque “adquirir um conjunto notável de roseiras – algumas delas muito raras”. A coleção do advogado de 53 anos deu origem a um livro em 2006, publicado pela Alêtheia, e do qual o Observador reproduz agora algumas imagens.

Na altura da publicação do livro, os jardins da Quinta do Arco, situada no norte da ilha da Madeira, tinham 1.550 variedades diferentes de roseiras antigas e modernas (que agora poderão ser mais de 1.700). O Roseiral da Duquesa de Bragança sobre o qual versa o livro é um espaço que pode ser visitado pelo público. O espaço da Quinta do Arco tem também uma área de alojamento.

Uma coleção nunca está completa. Por isso é minha intenção que o roseiral continue a salientar-se como um centro de acolhimento, de preservação e divulgação de uma coleção vegetal única, abarcando quase todas as formas conhecidas do género Rosa. E é este património vivo, de indiscutível interesse público, único no país, que agora se pretende divulgar.”

As roseiras, que tanto fascínio despertaram em Miguel Albuquerque, pertencem no máximo a 150 espécies selvagens diferentes, mas as variedades e a seleção artificial criadas pelo homem são inúmeras. As rosas fazem parte da história da humanidade há mais de quatro mil anos, chegaram a ser um símbolo pagão, mas atualmente são as flores de que mais se fala em todo o mundo, escreve-se no livro.

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