Lisboa

“Rua Cor-de-Rosa” é uma das favoritas da Europa

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A Rua Nova do Carvalho foi eleita uma das 12 ruas favoritas do velho continente pelo New York Times. Fazem-lhe companhia artérias em Paris, Milão ou Londres.

© JPP/HT Observador

Antes um destino de marinheiros e prostitutas, hoje uma das 12 ruas preferidas na Europa. O elogio é feito pelo jornal norte-americano The New York Times, que destaca a Rua Nova do Carvalho, no Cais Sodré, em Lisboa, num artigo publicado a 16 de abril. Também conhecida por “Rua Cor-de-Rosa”, e habituada a receber a agitação noturna da de Lisboa, faz companhia a avenidas em Paris, Berlim, Milão ou Londres.

O que antes era um trilho à beira-rio “frequentado por marinheiros e prostituas”, e povoado por clubes como Roterdão, Liverpool e Copenhaga, tem agora uma nova vida. “Por estes dias, todo o tipo de pessoas calcorreia aquela rua, que está fechada ao trânsito, pintada com um alegre tom rosa e elevada à artéria com mais movimento e festa em Lisboa graças a uma parceria entre os donos de bares e ação municipal da Câmara”, escreve um dos autores do artigo, Seth Sherwood.

Noite de Lisboa

Gonçalo Villaverde / Global Imagens

Entre as características da “Rua Cor-de-Rosa”, apelativa tanto para lisboetas como para os muitos turistas que por lá se encontram com regularidade, estão os espaços que a compõem.

O jornal dá destaque à loja Sol e Pesca, cujas prateleiras se enchem de conservas de peixe, aos gins servidos no bar Lateral e às tapas que podem ser provadas no bar Povo. O Bar da Velha Senhora, as discotecas Toyko e Music Box também são referidos, com mais enfoque na música e nas performances ao vivo.

Entre as restantes artérias europeias citadas pelo New York Times encontram-se:

A Rue de Charonne, em Paris, considerada uma rua para todos os gostos devido às luzes neon e à calçada bucólica;

A Grosser Muristalden, em Berna, que não tem lojas, museus e nem está alcatroada;

A Rüdesheimer Strasse, em Berlim, uma rua de comércio que desemboca na Rüdesheimer Platz;

A Calle 31 de Agosto, na parte velha da cidade espanhola de San Sebastián;

A Ripa di Porta Ticinese, em Milão, que atualmente recebe um conjunto de bares e cafés onde “grupos de amigos se reúnem para fazer a transição do dia para a noite”;

A Pimlico Road, em Londres, onde há muitas lojas dedicadas ao design;

A Itfaiye Caddesi, em Istambul, onde pontuam diversas lojas de especiarias e, a título de exemplo, é possível encontrar vários tipos de mel e de artesanato.

O rio Akerselva, em Oslo, sendo que o do texto autor argumenta que este pode ser considerado a artéria mais vital da cidade, que tem atrações em ambas as margens;

O trio de ruas Kärntner Strasse, Graben e Kohlmarkt, em Viena, que forma o “U Dourado”;

A Calle Zurbano, em Madrid, equiparada à Park Avenue, em Manhattan, em Nova Iorque;

E a Krymska, em Praga, antes “suja” e “desonesta”;

O artigo completo pode ser consultado aqui.

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