Exploração Espacial

Equipa portuguesa ajuda a explorar o cometa Chury ao pormenor

Uma conversa casual, alguns aficionados da exploração espacial, 6.800 fotografias e muito engenho, criaram uma aplicação interativa para explorar cada recanto do cometa que a Rosetta persegue.

Imagem retirada da aplicação interativa

João Martinho Moura/ESA

Esta quinta-feira é um dia especial para a Agência Espacial Europeia (ESA): é a primeira vez que uma sonda acompanha um cometa enquanto este passa no ponto mais próximo do Sol. Para assinalar a data, a organização lançou uma ferramenta de visualização que permite explorar cada rugosidade e depressão do cometa que parece um pato de borracha – o 67P/Churyumov–Gerasimenko.

O projeto de visualização online – “View Rosetta’s comet” [“Ver o cometa da Rosetta”] – “nasceu de uma simples conversa. E concretizou-se graças ao trabalho de várias entidades envolvidas no projeto como a ESA, a TECField (portuguesa), a Science Office (portuguesa) e a EJR Quartz (holandesa)”, contou ao Observador João Martinho Moura, fundador da TECField e investigador de interação e arte digital da Universidade do Minho.

Uma conversa que começou numa sexta-feira como: ‘Não seria ótimo se pudéssemos ver o cometa de forma interativa?’, deixou o nosso colega Oliver Jennrich a pensar”, refere a ESA. “E na manhã da segunda-feira seguinte ele tinha criado um protótipo simples usando um modelo da forma [do cometa] que tinha sido desenvolvido por Mattias Malmer, um especialista em processamento de imagem e entusiasta do espaço a viver na Suécia. Mattias usou as imagens do NAVCAM em domínio público para criar este modelo e disponibilizou-o no seu próprio website.”

O projeto foi contando com outras colaborações incluindo o apoio das duas empresas portuguesas já tinham sido responsáveis pela criação de um software que permite processar, em tempo real, os dados adquiridos pela ESA em relação à viagem da Rosetta – “Where is Rosetta?” [“Onde está a Rosetta?”].

Em novembro de 2014, o equipamento NAVCAM da sonda Rosetta começou a tirar fotografias ao cometa e até 30 julho já tinham sido recolhidas e disponibilizadas mais de 6.800 imagens. Foram estas imagens que serviram de base ao software interativo que agora se apresenta.

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