O papa Francisco denunciou hoje, na audiência geral semanal, os fabricantes e traficantes de armas, “manchados com o sangue de tantos inocentes”.

Na praça de São Pedro, o papa lembrou que na Ásia se comemora o fim da Segunda Guerra Mundial.

A 15 de agosto, depois do bombardeamento nuclear de Nagasaki, no Japão, e da declaração de guerra da União Soviética, o imperador Hirohito anunciou o cessar-fogo.

A 02 de setembro, o Japão assinava o instrumento de rendição incondicional, pondo fim à Segunda Guerra Mundial.

Francisco pediu que “no mundo de hoje não se volte a viver os horrores e sofrimentos terríveis de tragédias como aquela”.

No entanto, sublinhou o papa, o mundo continua “a viver” estas tragédias e recordou as “minorias perseguidas, os cristãos perseguidos e a loucura da destruição”.

“Que não haja mais guerra. Este é o grito dos nossos corações, dos corações de todos os homens e mulheres de boa vontade”, afirmou.