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Espanhóis preferem um governo de coligação com Ciudadanos

Uma sondagem realizada para o El País refere que mais de 50% dos espanhóis prefere um governo de coligação entre PSOE e Ciudadanos. Em último lugar nas escolhas ficou o Podemos de Pablo Iglésias.

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A sondagem foi realizada a 3 e 4 de fevereiro a 1.000 espanhóis com mais de 18 anos

Pablo Blazquez Dominguez

A sondagem foi realizada a 3 e 4 de fevereiro a 1.000 espanhóis com mais de 18 anos

Pablo Blazquez Dominguez

Uma sondagem realizada pela Metroscopia para o El País refere que a maioria dos espanhóis prefere que Pedro Sánchez, do PSOE, forme governo com o Ciudadanos, liderado por Albert Rivera. O inquérito, realizado entre 3 e 4 de fevereiro, teve início um dia depois de o rei Filipe VI ter proposto ao secretário-geral do PSOE que tentasse formar governo, uma vez que os socialistas se recusam a viabilizar um executivo do Partido Popular (PP).

Aos 1.000 inquiridos foi proposto que avaliassem cinco possibilidades de governo lideradas por Sánchez. Mais de 50% admitiu preferir um governo de coligação PSOE e Ciudadanos, seguido de um executivo composto exclusivamente por socialistas (43%). Com 43% das preferências, ficou também um governo de coligação.

Cerca de 40% dos inquiridos admitiu ainda a integração do PP no próximo governo, juntamente com o PSOE e o Ciudadanos. Em último lugar ficou a possibilidade dos socialistas se unirem ao Podemos de Pablo Iglesias e ao Unidad Popular (37%), algo que poderá mesmo nunca vir a acontecer.

Na sexta-feira, Sánchez rejeitou a proposta de Iglesias de uma “negociação única e exclusiva” com o Podemos, insistindo que irá manter um diálogo “amplo” com todas os partidos espanhóis, incluindo o Ciudadanos, que o secretário-geral do Podemos tentou que fosse descartado das negociações.

No que diz respeito à atuação do rei Filipe IV, mais de 70% dos inquiridos classificou-a como “boa” durante todo o processo de investidura e apenas 17% como “má”. Em relação à proposta de formação de governo dirigida a Pedro Sánchez, 72% dos espanhóis considerou-a “boa” e 17% “má”. Uma pequena percentagem de 8% classificou-a “nem boa nem má”. 

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