CDS-PP

CDS vai ter uma TV para se afirmar como partido “moderno” e “do futuro”

1.714

Assunção Cristas quer estar "um passo à frente" e por isso vestiu a pele de pivot para apresentar o novo canal de TV do CDS. Ideia é mostrar um partido "moderno", "dinâmico" e mais próximo das pessoas

O CDS de Assunção Cristas quer ser “o partido do futuro”, por isso lança esta sexta-feira — em véspera de Congresso — um canal de televisão no YouTube. A CDS-TV vai ser coordenada pelo deputado João Almeida e a ideia, segundo explica Assunção Cristas num vídeo promocional onde aparece a fazer de pivot, é “estar mais perto das pessoas” e “mostrar a todos a atividade diária do partido”.

“A CDS-TV é um meio de comunicação moderno, atrativo e dinâmico, fiel aos princípios e valores do partido” que “pretende tornar-se num importante instrumento de aproximação entre eleitores e eleitos, contribuindo para o processo de modernização do CDS enquanto partido fundador do nosso sistema democrático e adaptado à sociedade contemporânea”, lê-se no comunicado enviado pelo CDS às redações, onde o partido reconhece que, em política, é tão importante fazer como comunicar e mostrar o que se fez.

No vídeo promocional, Cristas explica que o objetivo é dar a conhecer toda a atividade do partido, desde as atividades de rua, às estruturas, passando pelas conferências e debates do partido, culminando com “conversas com as pessoas olhos nos olhos”.

Lançado na véspera do congresso do CDS, que decorre este sábado e domingo em Lamego, a transmissão em direto da reunião magna do partido vai ser mesmo o primeiro teste. “Pela primeira vez, em Portugal, um partido político fará a sua própria cobertura televisiva de um congresso. Essa emissão não se limitará à transmissão dos discursos e terá momentos de reportagem, entrevista, comentário e debate”, lê-se no comunicado de imprensa.

Também o PSD tem um canal de YouTube intitulado PSD TV, sendo que agora o CDS recorre ao mesmo instrumento para se “afirmar como o partido do futuro”.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: rdinis@observador.pt
Política

Um partido não é uma família

Sandra Clemente
142

PSD, PS, BE, CDS e CDU, em 20 anos, perderam cerca de 850 mil votos, mas não assusta esta crescente insignificância dos partidos existentes, só assusta a possibilidade de novos partidos aparecerem.

PSD

Passos Coelho demitiu-se e não foi substituído /premium

João Marques de Almeida
332

O novo partido de Santana Lopes também não conseguirá ultrapassar o PSD. Competirá assim ao futuro líder do PSD unir as direitas e ser capaz de construir um programa reformista para o país. 

Política

Modorra estival /premium

Manuel Villaverde Cabral

Com o acesso de Rio à chefia do PSD cessaram quaisquer veleidades oposicionistas e muito menos reformadoras. O ressurgimento de Santana é puro teatro. PSD e CDS apoiarão Costa sempre que o PS precisar

PSD

Os 3 vazios da direita portuguesa /premium

Miguel Pinheiro

Marcelo está preocupado com a possibilidade de a direita se “fragmentar” e “deixar de ser alternativa”. Mas à direita não há liderança, nem ideias, nem estratégia. A união do vazio vale pouco. Ou nada

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)