Importações

Portugal importou mais de 300 mil toneladas de peixe este ano e exportou 153 mil toneladas

168

Portugal já importou mais de 300 mil toneladas de peixe este ano, o equivalente a 1.295.160 euros, maioritariamente oriundo de Espanha, Suécia, Países Baixos e China.

VALENTIN FLAURAUD/EPA

Portugal já importou mais de 300 mil toneladas de peixe este ano, o equivalente a 1.295.160 euros, maioritariamente oriundo de Espanha, Suécia, Países Baixos e China, segundo os dados compilados pelo Observatório do Mercado Europeu da Pesca e da Aquicultura.

No sentido contrário, foram exportadas 152.786 toneladas de peixe (130.279 dentro da União Europeia e 22.507 fora), correspondente a 627.292 euros.

De dentro da União Europeia (UE), Portugal importou 204.479 toneladas de peixe (867.101 euros), a que se somam 116.791 toneladas de importações extracomunitárias (428.059 euros).

De acordo com os dados, foram importadas 126.949 toneladas de Espanha, 25.028 da Suécia, 24.699 dos Países Baixos e 20.003 da China.

Ainda dentro da UE, surgem entre os primeiros lugares a Dinamarca (7.215 toneladas) e a Grécia (5.844), enquanto de fora da UE, após a China, figuram o Vietname (10.855) e a Índia (9.064).

Por espécie, destacam-se, dentro da UE, as importações de peixes de fundo (‘groundfish’), onde se incluem o verdinho, o bacalhau, o granadeiro e a pescada, com 72.089 toneladas, seguida pela categoria outros peixes marinhos, como tamboril, raia e robalo, que totalizou 28.480 toneladas.

Já fora da UE, as espécies mais importadas foram os peixes de fundo (31.727 toneladas) e os cefalópodes (22.142), entre os quais o choco, o polvo e a lula.

Entre os principais países para os quais Portugal exportou pescado encontram-se Espanha (89.698 toneladas), Itália (16.143), França (13.615) e Brasil (6.914).

Por espécie, dentro da UE, destaca-se a exportação de pequenos pelágicos (30.086 toneladas), atum e semelhantes (18.394) e cefalópodes (17.692 toneladas).

Para fora da UE, as espécies mais exportadas por Portugal foram os peixes de fundo (6.841 toneladas), os pequenos pelágicos (4.326) e outros peixes marinhos (3.841).

Até ao final de 2017, Portugal tinha importado, dentro da União Europeia, 359.660 toneladas de peixe (1.471.665 euros), maioritariamente de Espanha (223.470 toneladas), Países Baixos (51.150) e Suécia (35.265).

Por sua, vez, as importações extracomunitárias totalizaram 168.391 toneladas (633.269 euros), oriundas, sobretudo, da China (32.591 toneladas) e do Vietname (16.944).

No mesmo ano, as exportações intra-UE totalizaram 130.279 toneladas (519.471 euros), destacando-se Espanha (89.698 toneladas), Itália (16.143) e França (13.615).

Já fora da UE, as exportações atingiram 22.507 toneladas (107.826 euros), principalmente, para Brasil (6.914 toneladas), Estados Unidos (2.489) e Angola (2.156).

No que se refere ao consumo, até julho deste ano, os portugueses comeram mais de 28 toneladas de peixe fresco, o que se traduz em quase 184 mil euros.

Por espécie, destacam-se a categoria diversos produtos aquáticos (9.998 toneladas), seguida por outros peixes marinhos (6.341), como o peixe-espada e o robalo, os pequenos pelágicos (4.322), de que são exemplo a sardinha e a cavala, bem como os peixes de fundo (2.934).

Até ao final de 2017, tinham sido consumidas 54.548 toneladas de peixe, o equivalente a 362.287 euros.

Todos queremos saber mais. E escolher bem.

A vida é feita de escolhas. E as escolhas devem ser informadas.

Há uns meses o Observador fez uma escolha: uma parte dos artigos que publicamos deixariam de ser de acesso totalmente livre. Esses artigos Premium, por regra aqueles onde fazemos um maior investimento editorial e que mais diferenciam o nosso projecto, constituem a base do nosso programa de assinaturas.

Este programa Premium não tolheu o nosso crescimento – arrancámos mesmo 2019 com os melhores resultados de sempre.

Este programa tornou-nos mesmo mais exigentes com o jornalismo que fazemos – um jornalismo que informa e explica, um jornalismo que investiga e incomoda, um jornalismo independente e sem medo. E diferente.

Este programa está a permitir que tenhamos uma nova fonte de receitas e não dependamos apenas da publicidade – porque não há futuro para a imprensa livre se isso não acontecer.

O Observador existe para servir os seus leitores e permitir que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia. Por isso o Observador também é dos seus leitores e necessita deles, tem de contar com eles. Como subscritores do programa de assinaturas Observador Premium.

Se gosta do Observador, esteja com o Observador. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)