25 de Abril

Sociedade Voz do Operário vai ser agraciada com Ordem da Liberdade no 25 de Abril

A Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário, que completa 136 anos, vai ser condecorada no 25 de Abril como membro honorário da Ordem da Liberdade.

LUSA

A Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário, que completa 136 anos, vai ser condecorada no 25 de Abril como membro honorário da Ordem da Liberdade, anunciou este sábado o Presidente da República.

“Merece homenagem porque foram 136 anos de luta e de resistência pela liberdade e por isso em abril, este abril em que celebramos 45 anos do 25 de Abril receberá, a juntar à Ordem do Mérito e à Ordem da Instrução Pública, a Ordem da Liberdade”, disse Marcelo Rebelo de Sousa.

O chefe de Estado discursava num jantar comemorativo dos 136 anos da instituição, fundada a 13 de fevereiro de 1883 pelos operários da manufatura do tabaco, com o objetivo de financiar o jornal “A Voz do Operário” e para melhorar as condições laborais, sociais e económicas dos trabalhadores.

Lembrando o momento em que anunciou, no edifício da Voz do Operário, a sua candidatura à Presidência da República, em 2015, Marcelo Rebelo de Sousa assinalou que “sendo um candidato do outro lado, do lado privilegiado da vida, nem por isso (a instituição) fechou as portas” à sua candidatura.

No jantar, que reuniu centenas de associados, autarcas, representantes de outras associações e coletividades, Marcelo Rebelo de Sousa enalteceu a instituição que “ao lutar pela libertação dos operários primeiro, depois das classes trabalhadoras em geral e dos cidadãos portugueses, pela educação e pela cultura, lutou pela liberdade em Portugal”.

“Nasceu para defender os mais explorados, os mais pobres e os mais sacrificados”, sublinhou, ao mesmo tempo que “percebeu que desde sempre a única maneira de transformar as sociedades é pela educação e pela cultura”.

Domingues Abrantes, histórico dirigente do PCP e conselheiro de Estado, também participou no jantar, que visou ainda homenagear o músico Carlos Alberto Vidal, conhecido por “avô Cantigas”, como se lhe dirigiu Marcelo Rebelo de Sousa.

No seu discurso, o Presidente da República fez questão de celebrar o percurso do popular cantor de músicas para crianças, recordando o tempo, nos anos 80, em que a sua filha “só comia quando ouvia o `Joana, come a papa´”, da autoria de José Barata Moura.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)