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Volta a França

Chris Froome sofre três fraturas, falha ‘Tour’ e pode voltar só em 2020

Britânico Chris Froome fraturou um fémur, o cotovelo direito e várias costelas, revelou a equipa INEOS, após queda no Critério do Dauphiné, que o afasta da Volta a França e pode terminar a temporada.

TONI ALBIR/EPA

Autor
  • Agência Lusa

O britânico Chris Froome fraturou um fémur, o cotovelo direito e várias costelas, revelou esta quarta-feira a equipa INEOS, após uma queda no Critério do Dauphiné, que o afasta da Volta a França e pode terminar a temporada. Segundo a informação prestada pela formação britânica, o corredor de 34 anos, quatro vezes campeão do ‘Tour’, vai falhar a prova após várias fraturas quando fazia o reconhecimento para o contrarrelógio da quarta etapa do Critério.

Foi levado para o hospital de Roane, de onde seguiu para outra instalação clínica em Saint-Étienne, e o líder da equipa, Dave Brailsford, explicou que o “muito vento” e a alta velocidade levaram ‘Froomey’ a embater num muro.

“É um acidente grave. Está num estado muito grave, e é claro que não vai começar a Volta a França” em 06 de julho, acrescentou, ainda que não tenha confirmado se o ciclista poderá correr ainda em 2019 perante três fraturas, um cenário avançado por vários meios de comunicação social.

Três vezes vencedor do ‘Critérium’, Froome preparava-se para a ‘grande boucle’, na qual perseguia o máximo registo de vitórias, cinco, já conseguidas pelos franceses Jacques Anquetil e Bernard Hinault, pelo belga Eddy Merckx e pelo espanhol Miguel Indurain.

Entre 2017 e 2018, completou o ‘tri’ de Volta a França, Volta a Espanha e Volta a Itália, tornando-se no primeiro a conseguir o feito de vencer as três ‘grandes voltas’ consecutivas desde Hinault, em 1983.

Vencedor da Volta a França em 2013, 2015, 2016 e 2017, Froome vai falhar a 106.ª edição, na qual procurava suceder ao colega de equipa e compatriota Geraint Thomas. O diretor da prova, Christian Prudhomme, explicou que a corrida “obviamente não será a mesma”, uma vez que o britânico é “a figura central da prova desde 2013”, mesmo que a INEOS “traga o campeão em título”

Esta é a lesão mais grave da carreira do ciclista, que já teve várias quedas aparatosas, uma delas na Volta a Itália de 2018, que acabou por vencer, sendo que Brailsford realçou a “força mental e resiliência” da principal figura da equipa.

“Sabemos os riscos associados a este desporto, mas é sempre traumático para um ciclista sofrer este tipo de lesões. (…) Vamos apoiá-lo por completo na sua recuperação e a perseguir objetivos e ambições no futuro”, apontou.

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