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Embora não traga muitas novidades, o ato é simbólico: o governo assinou com os parceiros sociais um compromisso para a reabertura da economia, em que se comprometem com prudência, diálogo e empenho de todos. No Palácio da Ajuda, o primeiro-ministro fez questão de dizer que compreende as queixas da restauração quando dizem que é “muito difícil abrir um restaurante nestas condições” ou mesmo as reservas dos “futebolistas”, mas quanto a isso não há nada a fazer: “É preciso sermos todos francos uns com os outros, viver com o vírus, significa viver com limitações“. António Costa avisa que “incómodos” vêm para ficar até haver vacina e  adverte que os restaurantes só terão clientes se estes tiverem “confiança” para passar a porta.

Ao mesmo tempo em que era assinado um protocolo entre a AHRESP, associação de hotelaria e restauração, e a Direção-Geral de Saúde, António Costa diz que o cumprimento das normas de higiene e confiança são importantes para que se possa “retomar o bom hábito de ir almoçar ou jantar” fora. E é isso que fará dentro de dias. “Na próxima semana, farei questão de ir a um restaurante para demonstrar um sinal de confiança na nossa restauração”, antecipa. Costa repetiu que “foi muito fácil fechar, mas é muito difícil de reabrir” e que os hábitos não são retomados porque não podem ser os mesmos, lembrando que agora se tem de entrar sempre de máscara nas lojas.

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