Em janeiro, Mário Centeno apresentou com orgulho o primeiro Orçamento da Democracia com um excedente de 0,2%. Pouco depois, a pandemia da Covid-19 chegava a Portugal e arrastava consigo uma crise mundial e uma recessão só comparável àquela que se viveu no pós II Guerra Mundial. Foi por isso rever todos os números e apresentar agora um Orçamento Suplementar com números completamente novos. A surpresa (ou nem por isso), é que já não será Centeno a geri-lo, mas um dos seus secretários de Estado, que o vai substituir como ministro: apesar da grave situação económica e financeira, António Costa mudou mesmo o titular da pasta das Finanças e entregou-a a João Leão.

É este o documento que o futuro ministro e o ministro demissionário das Finanças prepararam para fazer face à crise do coronavírus. E que pretende ajudar famílias e empresas no próximo ano. Leia-o na íntegra.

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