A “ressaca”, num mero sentido figurado porque ao contrário do que aconteceu com os adeptos houve no plantel o cuidado de adaptar os festejos aos tempos que se vivem, não foi fácil para o Liverpool. O título 30 anos depois era uma questão de tempo mas o sonho de entrar no Etihad Stadium como campeão a sete jornadas do final com os adversários a fazerem uma guarda de honra tornou-se um pesadelo dentro de campo, com os reds a sofrerem uma pesada goleada por 4-0 naquela que foi apenas a segunda derrota na Premier League. Aí, a equipa de Jürgen Klopp perdeu a possibilidade de igualar o recorde de pontos fora numa só edição, que continua a pertencer aos citizens de Pep Guardiola em 2017/18. No entanto, havia outros que se mantinham completamente em aberto.

O Liverpool, a equipa que não joga propriamente bem mas cumpre calendário sem perder a conta aos dias

Fora da Taça de Inglaterra depois da derrota nos oitavos com o Chelsea, eliminado da Liga dos Campeões após uma segunda mão de loucos em Anfield com o Atl. Madrid a ganhar no prolongamento e com o Campeonato garantido, os seis jogos que se seguiam eram um desafio à própria mentalidade vencedora da equipa, que encontrou nos recordes alcançáveis um fator extra de motivação. Ainda assim, os triunfos frente a Aston Villa e Brighton não tiveram propriamente as exibições mais conseguidas. Agora, começavam os obstáculos mais “a sério”.

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