“No final de 2012 ganhei o Grande Prémio de Macau e o Helmut Marko mandou-me uma mensagem a dizer que iríamos atingir grandes coisas juntos. Fiz o banco da Toro Rosso, fiz o fato, tinha voos marcados para a América e para o Brasil para fazer os treinos livres de sexta-feira. O Franz Tost ligava-me quase todos os dias e dizia ‘Tu vais ser meu piloto para o ano que vem’. Fui duas ou três vezes à fábrica da Toro Rosso. Depois lembro-me de receber a chamada do Helmut a dizer que o lugar na Fórmula 1 já não estava disponível para mim. Entrei no quarto e comecei a chorar baba e ranho. Trabalhei muito, acreditei e percorri o meu sonho de chegar à Fórmula 1 durante 15 anos de carreira, vi o sonho ali tão perto a fugir numa chamada. Existe política no nosso desporto e foi um plano que começou a ser montado para o [Daniil] Kvyat uns meses antes. O que moveu mundos foi haver um Grande Prémio na Rússia”, recordou em junho António Félix da Costa, em entrevista à Eleven Sports.

Félix da Costa mantém vantagem na Fórmula E e pode ser campeão no domingo

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