Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Horas depois de ter sido confirmada a “bomba atómica” que ameaça a capitalização do Novo Banco, António Costa revelou ter telefonado à presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, para lhe assegurar aquilo que já tinha afirmado após a votação do Orçamento do Estado. O Estado português pretende garantir o escrupuloso cumprimento dos compromissos assumidos no quadro da venda do Novo Banco.

A salvaguarda pública do primeiro-ministro encaixa na dramatização feita pelo Governo, que acenou com o cenário do incumprimento contratual, na sequência eliminação do Orçamento do Estado da despesa prevista do Fundo de Resolução, de 476 milhões de euros, para uma nova injeção financeira no Novo Banco. Um eventual incumprimento deste contrato colocaria também em causa as obrigações que Portugal assumiu junto do BCE, que tem a supervisão do Novo Banco. Questionada pelo Observador, a instituição com sede em Frankfurt não quis comentar.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.