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O despacho de encerramento do inquérito do caso EDP volta a estar no limbo. Depois de um recurso da defesa do ex-ministro Manuel Pinho para o Tribunal Constitucional a ameaçar parte do processo devido a um risco de prescrição (o que não se concretizou por o recurso ter sido rejeitado), é agora a vez de um novo incidente processual da defesa de João Manso Neto, ex-presidente da EDP Renováveis, colocar em risco a junção de uma parte importante da prova indiciária recolhida pelo Ministério Público: os emails de António Mexia e do próprio João Manso Neto.

Está em causa um recurso para o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) da defesa dos gestores que pretende a revogação de um acórdão da Relação de Lisboa que permitiu a junção dos emails dos ex-líderes da EDP aos autos. O advogado João Medeiros alega que há violação do caso julgado porque neste mesmo processo já houve uma decisão da Relação que confirmou a anulação da apreensão de emails da consultora BCG e de Rui Cartaxo, ex-presidente da REN, decidida por Ivo Rosa por falta de uma autorização prévia do próprio juiz de instrução criminal.

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