Nos últimos dias de fevereiro, havia agitação no interior da igreja da Imaculada Conceição, na cidade iraquiana de Qaraqosh. Armados com baldes, mangueiras e vassoura, vários fiéis católicos limpavam o templo, deixando o piso a brilhar. A ocasião não era para menos: dentro de alguns dias, estaria ali o Papa Francisco.

Contudo, esta enorme igreja no centro de Qaraqosh, a maior cidade cristã do Iraque, nem sempre esteve assim. Entre 2014 e 2017, durante o período da ocupação de grande parte do norte do país pelo Estado Islâmico, o templo cristão foi dessacralizado e usado pelos jihadistas como armazém de medicamentos e hospital de campanha para os seus militantes.

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