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PS continua a subir, PSD a descer. Os sociais-democratas já estão a 16,2 pontos percentuais dos socialistas, segundo a sondagem mais recente da Intercampus para o Correio da Manhã e Jornal de Negócios. À medida que o PSD se vai afastando, a maioria absoluta do PS parece ficar ligeiramente mais próxima, com os socialistas a reunirem agora 37,9% das intenções de voto dos portugueses (um resultado superior aos 36,34% das legislativas de 2019). Olhando para a luta de forças entre direita e esquerda, toda a direita junta (37,1%) não seria suficiente para assumir o governo, com a esquerda (somando-se também o PAN) a ultrapassar os 50%: 56,%.

Já o Livre, que nesta legislatura perdeu representatividade no Parlamento com a desvinculação de Joacine Katar Moreira poderá voltar a eleger, tendo neste momento maior intenção de voto que o registado em urnas em 2019. São 1,3% os portugueses que admitem votar no partido de esquerda, ultrapassando ligeiramente os 1,09% conquistados em outubro de 2019.

Bloco de Esquerda e Chega continuam a disputar o terceiro lugar (ainda que André Ventura seja o líder partidário com pior avaliação, com 2 pontos em cinco), com cerca de 8% das intenções de voto, com a CDU a ocupar o quarto lugar (5,5%) e o PAN o quinto (4,8%), ultrapassando assim o Iniciativa Liberal (4,2%). O CDS volta a cair, para os 2,9%.

Na avaliação (de 1 a 5) dos líderes partidários, António Costa recebe um 3,3 enquanto André Ventura é o que tem pior avaliação, nos 2 pontos e Rui Rio desce, para os 2,8. O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, passou de ser apontado por 15,1% dos inquiridos como “pior ministro do governo” de António Costa para os 27%, depois das polémicas com Odemira. Marta Temido, do ponto oposto, é sinalizada como “melhor ministra” por 25,6% dos entrevistados no barómetro.

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