Depois de Marcelo Rebelo de Sousa ter anunciado que vai avançar para a dissolução da Assembleia da República, foram dadas orientações internas aos gabinetes do Governo para redobrarem os cuidados com as partilhas nas redes sociais institucionais e com a agenda dos governantes a partir do momento em que for publicado o decreto a marcar oficialmente as eleições, o que deverá a acontecer no início de dezembro. Até essa altura, o Governo está em plenas funções, repete-se nos gabinetes sobre o que se entende que se pode ou não fazer.

O aviso foi dado logo depois de formalizada a intenção presidencial de dissolver o Parlamento, segundo apurou o Observador, seguindo o que foi feito também nas autárquicas e que não evitou um rol de acusações da oposição que motivaram até a queixas (entretanto arquivadas) junto da Comissão Nacional de Eleições.

Comissão Nacional de Eleições arquiva queixa contra António Costa e a propaganda da bazuca europeia

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.