O Ministério das Finanças já emitiu um despacho para a Inspeção-Geral de Finanças (IGF) avançar com a auditoria à TAP nos termos em que ficou recomendada no relatório final da comissão parlamentar de inquérito (CPI) à gestão da companhia aérea.

Uma das recomendações aprovadas por iniciativa do PCP foi a realização “com carácter de urgência” de uma inspeção e auditoria através da IGF às contas da TAP SGPS e SA no sentido de “apurar cabalmente todos os pagamentos e contratos relacionados com os negócios de compra e atividade da TAP Manutenção e Engenharia Brasil, os pagamentos feitos pelo grupo TAP à Airbus, às empresas de David Neeleman e ao próprio, à Atlantic Gateway, ao grupo Barraqueiro e a Fernando Pinto. O valor e os motivos de todos os contratos de consultora (solicitados ou não) desde 2005”.

Na resposta dada esta sexta-feira a uma pergunta enviada pelo Observador há mais de um mês, fonte oficial indica que o “Ministério das Finanças está a prosseguir as diligências necessárias e da sua competência, por forma a que as recomendações do relatório da CPI à TAP sejam devidamente concretizadas. Na sequência da receção pelo Ministério das Finanças da notificação formal do relatório da CPI, foi emitido o devido despacho, remetendo-se à entidade em causa, neste caso a IGF, a incumbência para proceder nos termos entendidos por relevantes, à luz das suas competências”.

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