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12 meses da guerra na Ucrânia em 12 fotografias da Magnum

A invasão da Rússia à Ucrânia começou há 365 dias, exatamente um ano. Neste especial juntamos 12 fotografias — uma por mês — de fotojornalistas da agência Magnum.

Eram 5h30 da manhã na Ucrânia (3h30 em Portugal continental) do dia 24 de fevereiro de 2022 quando os ucranianos acordaram com os primeiros bombardeamentos em localizações estratégicas do país. A Rússia dava início à invasão ao país liderado por Volodymir Zelensky. Ao mesmo tempos que as primeiras bombas caíam em território ucraniano, milhares de militares russos atravessavam as fronteiras em tanques de guerra com artilharia pesada.

O objetivo — nunca conseguido — era Kiev. As cidades e vilas em redor da capital funcionaram como uma forma de tampão à capital do país. Milhares e milhares de civis foram mortos, torturados e violados, provocando indignação em todo o mundo: os crimes de guerra ali cometidos continuam a ser investigados.

“Operação Militar Especial”, foi assim que Putin chamou à invasão de um país soberano. Nunca usou a palavra “guerra” e justificou esta operação com o intuito de “desnazificar” a Ucrânia. Versão nunca aceite pela maioria dos países ocidentais que impuseram as mais duras sanções à Rússia e ajudaram a armar a Ucrânia.

A 24 de fevereiro de 2023, no dia em que se assinala um ano de guerra na Ucrânia, juntámos 12 fotografias de fotojornalistas de uma das mais importantes agências de fotojornalismo do mundo, a Magnum.

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Donbass, fronteira da Rússia com a Ucrânia

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© NN/Magnum Photos/Fotobanco.pt

Uma coluna de tanques russos a entrar em território ucraniano às primeiras horas do primeiro dia de invasão — 24 de fevereiro — através da República Popular de Donetsk, em direção à linha de frente. Iniciava-se assim a invasão da Ucrânia.

Dorohusk, fronteira da Ucrânia com a Polónia

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© Rafal Milach/Magnum Photos/Fotobanco.pt

Uma família ucraniana sai da Ucrânia, dois dias depois do início da invasão russa, pela Polónia, através da fronteira de Dorohusk. A mesma fronteira por onde milhares de ucranianos irão fugir da guerra no seu país.

Mykolayiv, Ucrânia

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© William Keo/Magnum Photos/Fotobanco.pt

Na morgue de Mykolayiv, no sul da Ucrânia, chegavam todos os dias, desde o início da guerra, mais de 30 corpos. Devido à falta de espaço no local, os cadáveres eram amontoados em todos os locais possíveis, muitas vezes no chão. Para lá foram levados depois corpos de civis, soldados russos e ucranianos e voluntários.

Zaporizhzhia, Ucrânia

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© Emin Ozmen/Magnum Photos/Fotobanco.pt

Artem Kostenko, de 2 anos, foi ferido durante os combates na cidade de Mariupol, e recebeu tratamento médico na unidade de cuidados intensivos do Hospital Infantil de Zaporizhzhia. Tinha graves ferimentos no abdómen e vários estilhaços de uma bomba na cabeça, nos braços e nas pernas, resultado de um bombardeamento do carro onde seguia. A sua família morreu.

Kharkiv, Ucrânia

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© Paolo Pellegrin/Magnum Photos/Fotobanco.pt

A autoestrada de Kharkiv, que liga Chuguev a Izyum, estava a 29 de março, pouco mais de um mês depois do início da guerra, repleta de carros civis destruídos, tanques russos abandonados e carbonizados e cadáveres espalhados no alcatrão.

Kharkiv, Ucrânia

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© Paolo Pellegrin/Magnum Photos/Fotobanco.pt

Um elemento da defesa territorial ucraniana a combater os militares russos na linha da frente em pleno bairro residencial de Saltivka, na zona norte da segunda maior cidade da Ucrânia. Neste bairro morava a maior parte da população da cidade: morreram centenas de civis nas suas casas.

Kharkiv, Ucrânia

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© Paolo Pellegrin/Magnum Photos/Fotobanco.pt

Funeral de dois combatentes do Batalhão Azov depois de serem devolvidos às suas famílias após terem combatido na cidade de Mariopol. Combates que fracassaram já que as tropas russas destruíram quase na totalidade a cidade portuária antes de a controlarem.

Kharkiv, Ucrânia

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© Paolo Pellegrin/Magnum Photos/Fotobanco.pt

Os funerais de mais dois combatentes do Batalhão Azov foram realizados no pátio principal do hospital da cidade de Kharkiv. O Batalhão Azov foi aquele que tentou resistir até ao limite na tomada total da cidade de Mariupol e, os que sobreviveram, foram obrigados a entregar-se às tropas russas depois de cair o último reduto da resistência — a fábrica de Azovstal.

Vorzel, Ucrânia

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© Larry Towell/Magnum Photos/Fotobanco.pt

Um vala comum foi encontrada no parque municipal de Vorzel, uma pequena cidade nos arredores de Kiev. Neste local foram encontradas dezenas de corpos de civis enterrados e com sinais de tortura — possíveis crimes de guerra.

Dagestan, Rússia

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© Nanna Heitmann/Magnum Photos/Fotobanco.pt

A mulher e a filha de um soldado russo, Gasanbek Agabekov, choram a sua morte. Este militar russo foi morto em combate em território ucraniano a 27 de maio e foi enterrado na sua terra natal a sul da Rússia.

Melitopol, Ucrânia

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© NN/Magnum Photos/Fotobanco.pt

A administração da cidade de Melitopol onde, de acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, são emitidos entre 20 a 30 passaportes russos por dia. Uma mulher do governo russo emite passaportes para os habitantes locais enquanto o hino nacional russo toca nos altifalantes. Esta foto foi tirada durante uma visita de imprensa organizada ao Ministério da Defesa da Rússia e, por isso, o fotojornalista não sabe se estes habitantes foram pedir a documentação russa de livre vontade.

Moscovo, Rússia

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© Nanna Heitmann/Magnum Photos/Fotobanco.pt

Recrutas do exército russo assistem à demonstração de material bélico nos Oitavos Jogos Internacionais do Exército no campo de tiro de Alabino, na região de Moscovo. Estes recrutas foram enviados para a frente de batalha na Ucrânia no dia seguinte.

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