Carlos Moedas parece mesmo ter poucas saudades da vida política. Segundo o próprio confidenciou ao Observador, já no fim da emissão da Vichyssoise desta sexta-feira, “adora” o trabalho que está a fazer na Fundação Gulbenkian, onde no final de 2019 assumiu funções como administrador. E, se não fecha totalmente a porta, também garante não ter planos para regressar à vida anterior.

Na próxima semana lança o livro “Vento Suão – Portugal e a Europa”, uma coletânea de crónicas que publicou no Correio da Manhã durante o tempo em que foi Comissário Europeu, que será apresentado por Pedro Passos Coelho. Disso sim, admite sentir saudades. Da Europa e do ex-primeiro-ministro cuja figura admite também “adorar”. A conversa, aos microfones da Rádio Observador, teve o livro como ponto de partida, mas também passou pelo PSD, pela eutanásia e pelo papel que Passos Coelho pode ainda vir a ter na política nacional: “Acho que ele poderia estar a dar muito mais ao país e à Europa”, diz.

Pode ouvir a versão podcast deste episódio da Vichyssoise aqui.

Moedas e o PSD decidiram dar um tempo

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