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Há uma semana, a notícia assombrou o país, mas sobretudo o setor do retalho: em cima de mesa, a mesma em que se sentam António Costa e os seus ministros, surgiu a possibilidade de um confinamento total no início de dezembro, durante o qual apenas as escolas permaneceriam abertas. A medida permanece nesse mesmo plano, o do estudo e da expectativa. Ao mesmo tempo que, a concretizar-se, tentará salvaguardar a mobilidade das famílias portuguesas no Natal, será uma violenta machadada na economia, em particular no comércio.

“Seria um péssimo sinal”, nas palavras de Gonçalo Lobo Xavier, diretor-geral da APED. Para retalhistas e estrutura associativa, a estratégia a adotar é unânime: antecipar a época das compras de Natal, diluindo a corrida às lojas no tempo, um imperativo legal à luz das atuais restrições de acesso aos espaços comerciais, e acautelando um eventual confinamento a coincidir com o auge do maior pico de consumo do ano, onde, só no ano passado, os portugueses gastaram oito mil milhões de euros, de acordo com a SIBS.

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