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Do hemiciclo à rua 19. As últimas 24 horas dos candidatos à liderança do PSD

Rio teve dois terços do dia ocupado com o Parlamento e um evento à noite. Montenegro, entre um almoço com empresários e o comício teve tempo para estar em família. Pinto Luz ficou perto de casa

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Tardes diferentes, noites iguais. Esta sexta-feira à noite, os candidatos fizeram um último discurso não apenas virado para o dia da eleição, mas para o período pós-eleitoral. Rio, em vez da habitual promessa de conciliação, fez uma declaração de guerra aos que o enfrentaram e garantiu que não admitirá boicotes internos aos seus projetos, como o Conselho Estratégico Nacional. Montenegro diz que não é candidato à sucessão de Rio, mas de Costa, embora admita que sábado é o dia D de uma guerra mais longa que aí vem. Já Pinto Luz olha para sábado como o dia em que vai perceber se a passagem à segunda volta era um sonho de um vídeo mal conseguido ou um objetivo concretizado. Nas alegações finais antes da ida às urnas, os homens do aparelho de Rio e de Montenegro apelaram à mobilização dos militantes. E este sábado, dia da votação, ainda não é hora de descansar.

Poncha em Lisboa, sumo de laranja na Maia

Dos três candidatos, Rui Rio foi quem começou o dia mais cedo: às 10h da manhã já estava sentado no seu lugar no hemiciclo do Parlamento, preparado para mais sete horas de discussão e votação do Orçamento do Estado na generalidade (depois de outras tantas horas na véspera). Uma vez mais, contudo, não foi tanto o PS de António Costa que deu dores de cabeça a Rui Rio, mas sim o PSD (Madeira) que deu ordens para os deputados eleitos por aquele círculo votarem de forma diferente o Orçamento do Estado.

Rui Rio foi quem começou o dia mais cedo: às 10h da manhã já estava sentado no seu lugar no hemiciclo do Parlamento.

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Entre esperas de jornalistas à porta do grupo parlamentar, notícias de jornais, declarações de Miguel Albuquerque na Madeira, e uma conferência de imprensa dos próprios deputados da Madeira a explicarem os seus motivos, Rui Rio esperaria até ao fim da votação do OE para prestar declarações sobre o diferendo: compreendia a pressão que os deputados tinham sentido por parte do líder do PSD Madeira para viabilizarem o Orçamento, mas era seu dever denunciar o caso ao tribunal do partido. É o que vai fazer para a semana, prometeu, depois de ter esclarecido que só esta sexta-feira de manhã é que os deputados da Madeira o tinham avisado de que se iam abster na votação. De Miguel Albuquerque nem uma palavra, mas Rio deixou o recado: “Eu atendo sempre o telefone às pessoas…”.

Enquanto Rio tratava da poncha da Madeira, Luís Montenegro tratava do sumo de laranja. O dia público de Luís Montenegro começou à hora de almoço, na Casa das Tílias, um restaurante que fica numa quinta, meio camuflada num aglomerado de edifícios na Maia. “Todos os que aqui vieram ganharam, o Passos, o Marcelo…”, vai confessando um militante e habitué do espaço. O mesmo que pouco depois apresenta Pedro Duarte, apoiante de Luís Montenegro, à proprietária: “Sabe quem é este? Vou-lhe apresentar o diretor de campanha do professor que tirou ali uma selfie“.

Luís Montenegro junto empresários num almoço na Maia.

JOÃO PEDRO MORAIS/OBSERVADOR

No almoço, só três tipos de bebidas eram servidos: água, vinho e sumo de laranja. Bem espremido, era possível ver caras sociais-democratas, mas os 96 empresários eram de diferentes cores políticas ou independentes. Como Luís Reis, mandatário nacional do outro Luís que foi ao palanque, e discursou terminando com uma graça: “Espero com estes 3 minutos não ter estragado a hipótese de ele ser presidente do PSD já sábado e em breve primeiro-ministro de Portugal.”

Depois da sopa e antes do prato principal, Luís Montenegro deu uma volta pelas mesas redondas como se fosse o noivo, acompanhado pelo antigo presidente da câmara do município, Bragança Fernandes. Quando chegou a hora, Montenegro fez um discurso virado para as preocupações dos empresários e prometeu eliminar os “obstáculos” que as empresas hoje enfrentam. Mas não dispensou a política: “Não vamos ter eleições legislativas amanhã. Não sei quando vamos ter, em princípio em 2023, mas quero efetivamente liderar o PSD e ser primeiro-ministro de Portugal.” E acrescentou: “Mas não é por António Costa perder as eleições, é pelas nossas ideias.”

Terminar no Porto, onde foi feliz, mas com uma declaração de guerra

Rui Rio entra na sala do hotel Ipanema Park, no Porto, e vêm-lhe à cabeça boas memórias. Enquanto os oradores que o antecedem abrem as hostilidades, naquele que é o último evento de campanha antes das diretas deste sábado, o candidato e líder do PSD está sentado na mesa com um ar pensativo. “Enquanto o Alberto Machado [líder da distrital do Porto] falava, e tão bem recordava o passado aqui no Porto, devo confessar-vos que dei por mim a pensar na simbologia deste sítio”.

A sala onde esta sexta-feira encerrou a campanha das diretas, foi a mesma sala onde, em 2001, o mesmo Rui Rio anunciou a sua primeira candidatura à câmara do Porto. E ganhou. “Alguns de vocês estavam cá nessa altura, por exemplo a minha filha estava de certeza, mas na barriga da mãe”, brincou. Estávamos a 24 de abril de 2001. Daí até ao dia 8 de janeiro de 2002, dia em que tomou posse como presidente da câmara, foi uma “caminhada”. Uma caminhada que fez esta quarta-feira 18 anos. A idade da filha de Rui Rio. Pode ser um “bom pronúncio?”, questionou, dando a resposta de seguida: “Espero que sim, até porque é mais fácil ganhar este sábado do que foi ganhar a câmara do Porto em 2001”. Ou seja, quem conseguiu o impossível pode, pelo menos, almejar o possível.

Rio passou a maior do dia no Parlamento e terminou o dia no Porto.

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Nem que para isso seja preciso uma guerra. E o dia havia sido passado com várias, pelo que foi coerente que tivesse terminado com a promessa de mais uma: durante o dia no Parlamento, a fazer frente ao Governo e a António Costa (e a Mário Centeno), no debate do Orçamento do Estado. Ao mesmo tempo, e no mesmo sítio, teve de gerir a rebeldia institucional dos deputados da Madeira que furaram a disciplina partidária. Rio até tende a compreender a posição dos três deputados madeirenses, que se viram “pressionados” a furar a disciplina de voto em relação ao orçamento, mas nem por isso deixou de anunciar que é seu “dever” denunciar o caso ao tribunal do partido (o conselho de jurisdição) que decidirá se os deputados serão ou não alvo de um processo disciplinar.

Finalmente, ainda alimentou uma troca de galhardetes via meios de comunicação social com o Presidente do Governo Regional da Madeira, por causa dos militantes que podem votar este sábado. Miguel Albuquerque insiste que sejam considerados todos os que estão registados no método que sempre vigorou (ou seja, mais de dois mil eleitores), o líder do PSD nacional lembra que o sistema de pagamento de quotas tem regras recentemente aprovadas (que reduzem drasticamente o universo de votantes — no caso, para pouco mais de cem). Se não houver consenso à vista nas últimas horas antes do fecho das urnas, ambas as partes admitem que a batalha pode seguir para tribunal.

Regras são regras, e Rio gosta de as cumprir. Mas guerras também são guerras e Rui Rio gosta de as travar. Foi por isso que, perante os militantes do Porto que esta sexta-feira estiveram presentes no último discurso de campanha, o atual líder do PSD fez uma promessa: se vencer as eleições diretas e renovar o mandato como presidente por mais dois anos, vai comprar outra guerra interna com as distritais desobedientes que, ao longo do último ano e meio, “boicotaram” o funcionamento do Conselho Estratégico Nacional e barraram a entrada a pessoas da sociedade civil. “Há distritais neste país que funcionaram bem, que procuraram chamar as pessoas para o Conselho Estratégico Nacional. Há outras que gostariam de ter funcionado bem, mas desligadas que estão da sociedade, não conhecem sequer pessoas para poder chamar. E há outras — as tais em que eu me fiz de lorpa — que manifestamente nada fizeram e até boicotaram para evitar que venha gente cá para dentro atrapalhar aquilo que é o controle que eles hoje têm no partido”, disse Rio.

E foi aí que, em vez de enterrar os machados de guerra agora que a campanha está a chegar ao fim, ergueu-os no ar e garantiu: “Estou disponível para comprar essa guerra. Aliás, costumo comprar guerras com facilidade, porque aproveito todos os saldos e vou logo comprar uma desde que ela esteja a preço de saldo”, ironizou.

Rio escolheu a mesma sala de hotel onde lançou a primeira candidatura à câmara do Porto

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Recuperar câmaras nas autárquicas, abrir o partido à sociedade e fazer uma oposição construtiva ao Governo é tudo o que Rio tem prometido aos militantes para os próximos dois anos e, esta sexta-feira, nas alegações finais antes da ida às urnas, não foi exceção. Prometeu isso, e garantiu que vai para as eleições deste sábado com o “mesmo desprendimento” de sempre. “Porque é esse desprendimento que depois me dá a força e a coragem que é preciso, e que não temos quando fazemos muitas contas de cabeça. Aí não vamos a lado nenhum”, disse, garantindo que se candidata ao cargo sem qualquer “ambição pessoal” e com uma lógica de “serviço” ao país.

Antes de Rio, Salvador Malheiro tinha subido ao púlpito para garantir que está “confiante” de que é possível ganhar já este sábado, à primeira volta, e para pedir a todos os militantes que continuem a deitar mãos à obra durante o dia de amanhã. Ao contrário das eleições nacionais, neste caso não há dia de reflexão. Apenas “noite de reflexão”, como disse Rio. Sábado ainda é dia de convencer militantes a votar. Aliás, sábado é “o” dia de convencer militantes a ir às urnas votar.

O regresso de Meireles, Cavaleiro à frente e os 25 mil quilómetros em dois meses

Rui Rio acabava de discursar no Parlamento a meio da tarde, no encerramento do Orçamento do Estado, quando Luís Montenegro bebia um café com a mulher, Carla, e a assessora de campanha, Ana Cristina Gaspar, no centro de Espinho. “Em Aveiro vamos ter o último comício desta semana”, comentava Ana Cristina Gaspar. “Desta semana, não, desta campanha, que isto acaba amanhã [sábado]“, retificou o candidato à liderança do PSD enquanto sorria. Minutos antes, ainda no carro, ouviu pela rádio parte do discurso de Rui Rio no encerramento do Orçamento do Estado. Não pareceu impressionado e nem sequer esperou pelo fim.

Pela manhã, Luís Montenegro já tinha ido de Espinho — onde dormiu, apesar de ter terminado a noite em Famalicão — até à Maia. O candidato nunca dorme em hotéis: tem uma casa em Espinho e outra em Lisboa. Ora dorme numa cidade, ora dorme na outra. Se for, por exemplo, ao Algarve, dorme em Lisboa. Se for a Bragança, fica em Espinho, onde está a família. Aí tem um ponto em comum com Rui Rio, que prefere, sempre que pode, dormir no Porto.

Após o almoço na Maia, Montenegro deslocou-se a Espinho para passar algum tempo com a família.

JOÃO PEDRO MORAIS/OBSERVADOR

Assim que entrou no carro, Luís Montenegro começou a elogiar a cidade de Espinho, que diz ter uma “quadrícula perfeita”. Os espinhenses que se cruzavam com ele retribuíam. “Está tão elegantezinho“, comentava uma senhora enquanto passava a mão pelo abdómen de Luís Montenegro. Por essa hora, por ainda decorrer o debate do Orçamento do Estado, Rui Rio ainda estava preso em Lisboa, onde passou grande parte deste último dia de campanha, na pele de líder da oposição: o Parlamento, onde acumula a direção da bancada parlamentar. Das 10h às 17h30, foi lá que Rui Rio esteve, só com uma paragem para almoço, frente a frente com António Costa.

Em Espinho, Luís Montenegro passeava com a mulher, Carla, pela rua nº19, a rua pedonal mais movimentada. Antes, na viagem da Maia até aqui, assim que entrou para o lugar do pendura, onde vai sempre, já tinha o rádio ligado pelo motorista: “Está a falar a nossa Assunção Cristas“, comentou, explicando depois que “tinha uma excelente relação com ela no Parlamento”, embora fosse “mais próximo do Nuno Magalhães”, que era líder parlamentar do CDS quando a direita era maioritária no hemiciclo e Montenegro liderava a bancada laranja.

Pelo caminho, recebeu chamadas e raramente deixou de estar atento ao telemóvel. E admitiu que o resultado de sábado é imprevisível. A “expectativa“, revela, é que vença à primeira volta, mas não consegue antecipar, mesmo de véspera, qual será a participação eleitoral. “Será difícil ser superior a 80%, o que significa que há pelo menos 6 a 7 mil eleitores que não vão votar”, explica. Nesse momento, conta, acabara de receber a mensagem de um militante que vai para fora e que “queria saber como votar por antecipação”. O que não é possível.

E das inúmeras chamadas que tem recebido, alguma de Rui Rio? “Zero, zero, nunca falei”, explica. Comenta que a campanha tem tido elevação, apesar de “alguns excessos”, principalmente nas “redes sociais, por parte de alguns apoiantes”. Mas isso, confessa, nem ele nem Rio conseguem controlar.

Luís Montenegro anda sempre com duas pessoas no carro de campanha, uma carrinha Mercedes C220: o motorista e a assessora. A conduzi-lo está António Meireles, motorista do PSD que acompanhou Passos Coelho quer como primeiro-ministro, quer como líder da oposição. O ‘senhor Meireles’, como era tratado no partido, decidiu reformar-se do PSD a 31 de dezembro de 2016 e Passos Coelho teve de procurar outro motorista. Desde então, não voltou a conduzir profissionalmente. Mas abriu uma exceção para Luís Montenegro e há dois meses que anda na estrada a conduzir o antigo líder parlamentar. Garante já ter feito 25 mil quilómetros. Luís Montenegro conta 30 mil.

A assessora de imprensa de Luís Montenegro é Ana Cristina Gaspar. Já era ela que o acompanhava quando era líder da bancada parlamentar do PSD. É ela quem combina as entrevistas, decide de onde são os diretos e faz a ligação entre a imprensa e o candidato. O antigo deputado por Aveiro, Paulo Cavaleiro, é o homem do terreno. É ele quem faz as avançadas, uma espécie de vistoria técnica aos espaços antes de cada evento. É o antigo deputado que controla se as bandeiras — que mais tarde os apoiantes vão agitar — estão no sítio, se as salas já estão devidamente preenchidas antes do candidato chegar. À frente do carro de Montenegro seguem também sempre dois técnicos: um trata da fotografia, outro do vídeo. No seu inner circle, Luís Montenegro tem ainda o diretor de campanha, Pedro Alves, que passa o dia ao telefone a falar com as estruturas locais, e o ex-líder parlamentar Hugo Soares, uma das pessoas em quem Montenegro mais confia. Na área da estratégia política e dos discursos, conta ainda com o antigo assessor de Pedro Passos Coelho, António Valle.

Na sessão de encerramento da campanha Montenegro diz que quer ser o sucessor de António Costa.

JOÃO PEDRO MORAIS/OBSERVADOR

À noite, quem ouvisse Luís Montenegro falar no último discurso de campanha, pensaria que este fim-de-semana era candidato a primeiro-ministro, num boletim com dois nomes: o seu e o de António Costa. “O meu adversário é o primeiro-ministro António Costa, porque me quero candidatar ao lugar que ele hoje ocupa”. E, “sem querer ofender ninguém”, garante que viu “mais entusiasmo, mais alma e mais chama nesta campanha interna no que na última campanha das legislativas”. A crítica tinha um alvo, o não-adversário Rui Rio.

Luís Montenegro aproveitou o facto de Rio ter admitido, numa entrevista à TSF, que irá preparar um sucessor em caso de perder novamente eleições para dizer que ele não será o tipo de líder “que está a pensar na próxima derrota e no seu sucessor”. Sábado, lembrou Montenegro, é dia de escolher um único sucessor: “O sucessor de António Costa”. Mas essa batalha ainda pode esperar, pois este sábado, 11 de janeiro, “é um grande dia, é o dia D do PSD”. E repetiu vários dês: “D de determinação para mudar Portugal. D de dinâmica reformista. D de diferença, de um projeto diferente do socialista, comunista e bloquista que hoje governa Portugal”.

Mais prudente, minutos antes, foi Pedro Alves, que disse no palco que “provavelmente, amanhã” Luís Montenegro “será o próximo presidente do PSD”. E fez apelos práticos: “Não está nada garantido, apesar do nosso entusiasmo. Luís Montenegro vai ganhar amanhã, mas não vai ganhar se cada um não fizer o seu trabalho (…) Temos de levar todos aqueles que conhecemos.”

Radiohead, brindes ao novo ano e uma sala cheia de amigos e apoiantes

Miguel Pinto Luz queria encerrar a campanha de forma “diferente” e recebeu os convidados na Casa do Desenho, em Lisboa, à média luz. O ambiente não pedia grandes entusiasmos e, inicialmente, o número de pessoas na sala até estava em consonância. A música aliás, só começou já bem depois dos primeiros sons de copos a brindar na sala.

Antes de se juntar aos convidados, Pinto Luz garante aos jornalistas que o “‘cinzentismo’ ficou para trás” e que é tempo de votar num PSD “mais próximo, mais adaptado à realidade atual”. Há algum otimismo em relação ao resultado de sábado que, dizem, “pode surpreender muita gente”. O candidato admite que uma segunda volta já “seria uma vitória”, mas uns minutos depois já diz que está confiante na vitória, como compraz a qualquer candidato.

ANDRÉ DIAS NOBRE / OBSERVADOR

O dia de Pinto Luz foi passado entre encontros e reuniões. Ora procurando conquistar novos apoios ora convencendo alguns mais indecisos — a menos de 24 horas das eleições, é certo, mas nunca é tarde. Aos jornalistas diz que “não é dono dos votos dos eleitores”, mas que os milhares de quilómetros percorridos em dois meses o deixam confiante.

Para a última noite da campanha, um “simples” jantar partilhado com os apoiantes da candidatura. O candidato diz que esta foi uma “candidatura que oxigenou o partido” e que sempre que o PSD “foi capaz de apresentar projetos de mudança”, ficou a ganhar. Insiste no mote das últimas semanas: a candidatura trouxe uma mensagem de esperança necessária para o futuro do partido.

À chegada de Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais e um dos principiais apoios do seu vice-presidente na autarquia, um forte abraço e alguns votos de feliz 2020 ao presidente cascalense. Afinal, ainda só passaram 10 dias dos 366 deste ano. Eventuais apoios numa segunda volta? O que importa agora é o resultado de sábado.

A banda começa a atuação ao vivo já depois de servido o café aos convidados e com a sala meio cheia. High&Dry dos Radiohead no início do alinhamento, com as expectativas em alta também para o escrutínio social-democrata.

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