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O cardeal D. António Marto, bispo de Leiria-Fátima e um dos principais defensores do Papa Francisco na Igreja em Portugal, considera que a divulgação da carta do antigo embaixador do Vaticano nos Estados Unidos, que alega que o Papa sabia há cinco anos de acusações de abusos sexuais relativas a um cardeal norte-americano, faz parte de “uma campanha organizada pelos ultraconservadores para ferirem de morte” o líder da Igreja Católica.

Em entrevista ao Observador, esta quarta-feira, o cardeal disse que os crimes de pedofilia praticados por padres católicos, que têm sido divulgados nos últimos anos — e que ganharam dimensão nas últimas semanas, com a divulgação de um relatório sobre centenas de casos nos Estados Unidos e com a visita do Papa à Irlanda — deixaram os membros da Igreja Católica “profundamente chocados” e suscitaram um “sentimento de grande humilhação” na Igreja.

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