Índice

    Índice

Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Sem Instagram, Facebook e Twitter. Com acesso restrito à informação e 1.418 sites de notícias bloqueados devido a conteúdos relacionados com a guerra na Ucrânia. Desde o dia 24 de fevereiro, a Rússia tenta cortar os laços da população com a internet, como a conheciam até então. Os bloqueios atingem organizações sem fins lucrativos como a Amnistia Internacional ou a Human Rights Watch, jornais como a BBC ou o alemão Bild, e as páginas oficiais da Ucrânia — o site da Presidência ou o do Ministério da Saúde.

À medida que as restrições começaram a aumentar, centenas de milhares de pessoas começaram a desafiar Putin e a sua tentativa de isolar a Rússia do mundo. Para conseguirem restabelecer contacto com o Ocidente, muitos instalaram uma VPN (Virtual Private Network)— ferramenta que possibilita o contorno do bloqueio imposto pelo regime de Moscovo porque permite ‘mascarar’ a localização de onde se está a aceder à internet.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.