É de todos bem conhecida a perseguição que o Ministério da Educação promove contra uma exemplar família de Famalicão, cujos filhos, não obstante as suas excelentes qualificações, foram repetidamente reprovados, por terem faltado às aulas de Cidadania e Desenvolvimento. Esta disciplina mais não é, na insuspeita opinião do deputado socialista Sérgio Sousa Pinto, do que uma descarada propaganda da ideologia de género. Nem o preceito constitucional que proíbe qualquer orientação ideológica do ensino (artº 43º, 2), nem o instituto, também constitucional, da objecção de consciência (artº 41º, 6) foram suficientes para impedir esta arbitrariedade do poder socialista contra a liberdade de educação.

Infelizmente, o caso da família Mesquita Guimarães não é único, pois também a família L. de M. sofreu, pela mesma razão, uma análoga perseguição.

Depois de sete anos a viver, por razões profissionais, num país estrangeiro, a família L. de M. regressou a Portugal. Como os seus filhos já tinham iniciado a sua formação académica nesse país, os pais inscreveram os 4 mais velhos na escola em que podiam prosseguir os seus estudos na mesma língua em que os tinham começado.

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