Nestes tempos de incerteza, os meus pensamentos estão com o cão de João Galamba.

Todos o vimos, ainda o dono era ministro, naquela peça bizarra da CMtv, perseguindo o homem em calças de pijama à porta de casa, querendo saber se ia ao Conselho de Ministros ou não, e o governante, com aquela má disposição não sabemos se do feitio se ainda do acordar (#quemnunca), rosnando que o deixassem passear o cão.

O que atrai no momento? A inocência, caro leitor. Ou o alheamento, como lhe queira chamar. Marcelo andou a passear com a comandante pelo Beco do Chão Salgado para lhe contar a história do trágico fim dos Távora, Costa com a mulher de mão dada e ar seráfico pelo Largo do Rato, Galamba foi passear o cão – mas este foi o único dos três passeios que podemos garantir que não foi encenado.

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