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Há muitas lições a retirar do resultado eleitoral no Reino Unido, da estrondosa vitória de Boris Johnson, e consequente derrota de Jeremy Corbyn do partido Trabalhista. Uma dessas lições diz respeito à crescente polarização, ou fragmentação, do sistema partidário e à consequente ascensão do populismo que se vive um pouco por todo o mundo Ocidental, sobretudo na Europa e nos EUA. Colocam-se, assim, duas questões: qual a melhor forma de combater tendências populistas? O que é que este resultado nos diz sobre a vontade do eleitorado?

Em relação à primeira, no rescaldo do resultado eleitoral britânico, traçaram-se muitas comparações e paralelismos com o contexto norte-americano e com o Partido Democrata que se encontra em plena campanha eleitoral para as primárias e se vê a braços com duas tendências: uma centrista, mais moderada, liderada por Joe Biden, e outra virada à esquerda, personificada por Bernie Sanders e Elizabeth Warren, que defendem uma transformação mais radical e socialista na economia, na política externa, na segurança nacional, na saúde, na acção social e na acção climática.

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