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Quando o Generalíssimo Franco morreu, em Novembro de 1975, a Espanha já não tinha império nem colónias. Tivera o seu “ano negro” imperial em 1898, com os desastres de Cuba, de Porto Rico e das Filipinas; no século XX, tivera também desastres militares – em Marrocos – de que tirara a desforra numa guerra em que o futuro Caudilho se distinguiu. E mais tarde descolonizara Fernando Pó, Ano-Bom e o resto da Guiné Espanhola. E com a “Marcha Verde” dos marroquinos, na agonia de Franco, fechara-se definitivamente o ciclo imperial.

Por isso, em 1975, foi possível a solução que Franco deixara – restauração-instituição da Monarquia, com D. Juan Carlos de Borbón como Rei – no quadro de uma transição para a democracia parlamentar e liberal.

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