Exportações

Lidl vai exportar mais do dobro das garrafas de vinho português que em 2015

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Cerca de oito milhões de garrafas de vinho português do Dão, Alentejo, Douro e Península de Setúbal vão ser exportados pelo Lidl para países como Inglaterra, Polónia e Suíça.

A cadeia de retalho diz estár empenhada em "promover os produtos portugueses

LUSA/LUSA

O Lidl Portugal vai exportar este ano cerca de oito milhões de garrafas de vinho português, incluindo Vinho do Porto, “mais do dobro do efetuado em 2015”, disse à Lusa fonte oficial da cadeia de supermercados de origem alemã.

Alemanha, Bulgária, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, França, Holanda, Hungria, Inglaterra, Irlanda, Itália, Polónia, República da Irlanda, Roménia e Suíça são os mercados que irão receber o vinho português.

Este volume de exportações previsto representa “mais do dobro do efetuado em 2015 e ultrapassa o valor total de vinhos portugueses exportados nos últimos seis anos pelo Lidl”, referiu a cadeia de retalho, apontando que estes dados demonstram “que o Lidl Portugal está empenhado em contribuir para a economia e levar artigos de qualidade e o nome de Portugal além fronteiras”.

Questionado sobre qual a razão para esta aposta, fonte oficial da rede de supermercados explicou que a cadeia de retalho está empenhada em “promover os produtos portugueses, tanto quanto possível, contribuindo, assim, para o crescimento da economia nacional, através da exportação, desta feita de vinhos portugueses, grande parte deles exclusivos para o Lidl Portugal”. A maioria (85%) do volume de exportação respeita a vinhos à venda em exclusivo no Lidl.

“Estes vinhos são provenientes de várias regiões do país, como Dão, Alentejo, Douro e Península de Setúbal”, disse a mesma fonte, quando questionada sobre que tipo de vinhos são exportados.

Mas não é só o vinho português que o Lidl Portugal exporta. Frutas, legumes ou azeite são outros dos produtos portugueses que a cadeia de retalho vende nos mercados externos.

“A pêra rocha, por exemplo, já é exportada há vários anos para a Inglaterra, Irlanda, França e Espanha e, desde 2014, para a Alemanha”, adiantou a mesma fonte.

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