806kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Psicóloga diz que não comparou toxicodependência com homossexualidade

Este artigo tem mais de 5 anos

As declarações da líder da Associação de Psicólogos Católicos, Maria José Vilaça, vão ser analisadas pela Ordem dos Psicólogos, que "não se revê nas afirmações proferidas", afirma a OPP em comunicado.

i

PATRICIA AMARAL / OBSERVADOR

PATRICIA AMARAL / OBSERVADOR

A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) informou este domingo que “não se revê nas afirmações proferidas” por Maria José Vilaça, a líder da Associação de Psicólogos Católicos, que comparou a atitude dos pais com filhos homossexuais à atitude perante a toxicodependência. Em comunicado divulgado na página da internet, a instituição afirma ainda que “irá participar os factos em causa ao Conselho Jurisdicional (CJ) da OPP”, um órgão “estatutário, independente, isento e imparcial” que “tem como competência zelar pelo cumprimento da Lei, do Estatuto e dos regulamentos internos”.

A própria psicóloga veio, no sábado, explicar as suas declarações através de uma publicação no seu Facebook. Nesse texto, a líder dos psicólogos católicos sublinhou que “o que disse é que perante um filho que tem um comportamento com o qual os pais não concordam, devem na mesma acolhê-lo e amá-lo. A toxicodependência é apenas exemplo de comportamento que por vezes leva os pais a rejeitar o filho. Não é uma comparação sobre a homossexualidade mas sobre a atitude diante dela“.

No mesmo comunicado, a Ordem dos Psicólogos acrescenta que as declarações de Maria José Vilaça não apresentam qualquer tipo de base científica”, e que “contrariam a defesa dos direitos humanos, da evolução e equilíbrio social, e dificultam a afirmação dos psicólogos na sociedade”. Após a divulgação das declarações da psicóloga, a ordem recebeu “dezenas de queixas”, lê-se na nota.

Maria José Vilaça fez as declarações polémicas numa entrevista à publicação religiosa Família Cristã, em que dá dicas aos pais sobre como lidar com os filhos. Em resposta a uma questão sobre “o que diria a uns pais com um filho homossexual”, a psicóloga sublinhou que é preciso “tentar não ser influenciado do ponto de vista sentimental, moral e ideológico”, e acrescentou: “Eu aceito o meu filho, amo-o se calhar até mais, porque sei que ele vive de uma forma que eu sei que não é natural e que o faz sofrer. É como ter um filho toxicodependente, não vou dizer que é bom”.

A frase motivou reações contra Maria José Vilaça nas redes sociais, apelando à Ordem dos Psicólogos que se pronunciasse sobre o caso.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

 
Assine o Observador a partir de 0,18€/ dia

Não é só para chegar ao fim deste artigo:

  • Leitura sem limites, em qualquer dispositivo
  • Menos publicidade
  • Desconto na Academia Observador
  • Desconto na revista best-of
  • Newsletter exclusiva
  • Conversas com jornalistas exclusivas
  • Oferta de artigos
  • Participação nos comentários

Apoie agora o jornalismo independente

Ver planos

Oferta limitada

Apoio ao cliente | Já é assinante? Faça logout e inicie sessão na conta com a qual tem uma assinatura

Há 4 anos recusámos 90.568€ em apoio do Estado.
Em 2024, ano em que celebramos 10 anos de Observador, continuamos a preferir o seu apoio.
Em novas assinaturas e donativos desde 16 de maio
Apoiar

19 MAIO 2024 - SEDE OBSERVADOR

Atos de vandalismo não nos calarão.

Apoie o jornalismo que há 10 anos se pauta pela liberdade de expressão e o nunca vergar por qualquer tipo de intimidação.

Assine 1 ano / 29,90€ Apoiar

MELHOR PREÇO DO ANO

Ao doar poderá ter acesso a uma lista exclusiva de benefícios

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Ofereça artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.

Há 4 anos recusámos 90.568€ em apoio do Estado.
Em 2024, ano em que celebramos 10 anos de Observador, continuamos a preferir o seu apoio.
Em novas assinaturas e donativos desde 16 de maio
Apoiar

19 MAIO 2024 - SEDE OBSERVADOR

Atos de vandalismo não nos calarão.

Apoie o jornalismo que há 10 anos se pauta pela liberdade de expressão e o nunca vergar por qualquer tipo de intimidação.

Assine 1 ano / 29,90€

MELHOR PREÇO DO ANO