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No dia 1 de janeiro vão nascer mais de 200 crianças em Portugal

Este artigo tem mais de 3 anos

O novo ano vai começar com cerca de 386 mil nascimentos em todo o mundo. Embora tenham sido avaliados 185 países, mais de metade dos nascimentos acontecerá em apenas nove deles.

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Sebastian nasceu no Hospital de Cobán, na Guatemala, em 2012. A Unicef, em parceria com o Ministério da Saúde, dão apoio ao hospital

© UNICEF/UNI139096/Markisz

Sebastian nasceu no Hospital de Cobán, na Guatemala, em 2012. A Unicef, em parceria com o Ministério da Saúde, dão apoio ao hospital

© UNICEF/UNI139096/Markisz

Neste dia 1 de janeiro vão nascer em Portugal cerca de 200 crianças. A estimativa foi divulgada esta segunda-feira pela Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância). Em todo o mundo, estima-se que nasçam cerca de 386 mil crianças.

Prevê-se que o primeiro bebé nasça na pequena ilha de Kiribati, no Pacífico, onde poderão nascer mais oito crianças no dia 1 de janeiro. O último bebé nascerá nos Estados Unidos, depois dos outros 11.282. Em Portugal, as estimativas apontam para 213 crianças nascidas no dia 1 de janeiro.

A esperança média de vida também é muito variável. Se para as crianças nascidas no Kiribati é 67 anos, nos Estados Unidos é de 80 anos. A esperança de vida para as crianças nascidas em Portugal é um pouco maior — 82 anos —, mas para as crianças nascidas na Serra Leoa é de apenas 52 anos — a esperança de vida mais baixa dos dados divulgados.

Para a Unicef, a principal preocupação é a mortalidade infantil. Apesar de nas últimas duas décadas o número de crianças que morre antes dos cinco anos ter reduzido para metade — cerca de 5,6 milhões, em 2016 —, a Unicef afirma que 46% destas crianças morre logo no primeiro mês.

“A resolução de Ano Novo da Unicef é ajudar todas as crianças a viverem mais do que uma hora, mais do que um dia, mais do que um mês – mais do que mera sobrevivência,” afirmou Beatriz Imperatori, diretora executiva da Unicef Portugal.

Para cumprir esta resolução de Ano Novo, a Unicef vai lançar em fevereiro uma campanha (Every Child Alive) que pretende minimizar as principais causa da mortalidade infantil antes do primeiro mês — mais de 80% dos recém-nascidos morre na sequência de um nascimento prematuro, de complicações durante o parto ou de infeções. As soluções propostas incluem fornecimento estável de água limpa e eletricidade nas unidades de saúde, presença de pessoal de saúde qualificado durante o nascimento, desinfeção do cordão umbilical, aleitamento materno na primeira hora após o nascimento e contacto pele com pele entre a mãe e filho, refere o comunicado da organização.

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