Governo

Governo vai alargar Espaço do Cidadão a Londres e Bruxelas

119

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, anunciou que vai ser alargada a rede Espaço do Cidadão, com a abertura em Bruxelas e Londres.

ANTÓNIO SILVA/LUSA

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, anunciou esta terça-feira que vai ser alargada a rede Espaço do Cidadão, com a abertura em Bruxelas e Londres de serviços que já estão disponíveis em Paris e São Paulo.

A criação do Espaço do Cidadão nas capitais da Bélgica e do Reino Unido permitirá aumentar para quatro a oferta de serviços, depois da inauguração de espaços semelhantes nos consulados gerais de Paris, em França, e São Paulo, no Brasil.

O Espaço do Cidadão permite transpor para os postos consulares serviços da administração pública portuguesa de 10 departamentos diferentes do Estado. Assuntos que hoje se tratam em Portugal, e que era preciso ter um procurador para garantir o acesso ao serviço da administração pública portuguesa, passam a estar disponíveis no Espaço do Cidadão”, salientou José Luís Carneiro, numa intervenção a convite do International Club of Portugal, numa unidade hoteleira em Lisboa.

Sublinhando a intenção de modernização, simplificação e proximidade de serviços na rede de 115 pontos consulares em todo o mundo, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas referiu que “a meta é agora constituir em Bruxelas e Londres e depois avançar em conformidade com as condições de infraestrutura tecnológica dos postos”.

O membro do Governo acentuou a importância do Espaço do Cidadão com o registo dos postos em Paris e São Paulo no ano passado, cada um com 200 mil atos consulares, totalizando 400 mil. Em 2017, o número global de atos consulares da rede – 115 postos – fixou-se em 2,1 milhões, um registo recorde, assinalou.

“Já tínhamos crescido 100 mil atos consulares e crescemos mais 100 mil de 2016 para 2017”, recordou José Luís Carneiro. O Espaço do Cidadão resulta da política de modernização dos postos consulares, desenvolvida em paralelo com o reforço de meios.

Outra das medidas a que José Luís Carneiro aludiu em mais um encontro com personalidades promovido pelo International Club of Portugal foi o ato único de inscrição.

Vai permitir que cada cidadão português que mude de jurisdição consular, independentemente de recorrer ao posto para se inscrever novamente, não terá necessidade de o fazer porque será portador de um único número de inscrição consular, o que permitirá aceder a cada ponto da rede dos 115 postos, garantindo o acesso a toda a base informativa de acesso e de serviços consulares e a desmaterialização futura”, disse.

Numa intervenção intitulada “As Prioridades da Política para os Portugueses no Mundo”, o secretário de Estados das Comunidades Portuguesas referiu-se ainda a medidas tomadas para aumentar “o poder de representação dos consulados” e para “aumentar os fatores motivacionais e de atratividade” dos funcionários.

José Luís Carneiro, que traçou os eixos fundamentais da política externa portuguesa, frisou também a importância dos empresários portugueses espalhados pelo mundo, da rede de investigadores e empreendedores portugueses e dos eleitos para órgãos nos países de acolhimento

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.

Agora que entramos em 2019...

...é bom ter presente o importante que este ano pode ser. E quando vivemos tempos novos e confusos sentimos mais a importância de uma informação que marca a diferença – uma diferença que o Observador tem vindo a fazer há quase cinco anos. Maio de 2014 foi ainda ontem, mas já parece imenso tempo, como todos os dias nos fazem sentir todos os que já são parte da nossa imensa comunidade de leitores. Não fazemos jornalismo para sermos apenas mais um órgão de informação. Não valeria a pena. Fazemos para informar com sentido crítico, relatar mas também explicar, ser útil mas também ser incómodo, ser os primeiros a noticiar mas sobretudo ser os mais exigentes a escrutinar todos os poderes, sem excepção e sem medo. Este jornalismo só é sustentável se contarmos com o apoio dos nossos leitores, pois tem um preço, que é também o preço da liberdade – a sua liberdade de se informar de forma plural e de poder pensar pela sua cabeça.

Se gosta do Observador, esteja com o Observador. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Governo

Portugal atrasado, Portugal adiado

Tiago Sousa Dias
487

O que sabemos é que há polícias a dormir em carros porque não têm dinheiro para pagar a renda de casa nos nossas cidades. O que sabemos é que há enfermeiros com as vidas congeladas e salários indignos

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)