BPI

BPI paga primeiro dividendo em nove anos e entrega 140 milhões ao CaixaBank

A instituição liderada por Pablo Forero refere que a medida é prova da "total normalização do banco". O BPI refere ainda que o payout aprovado corresponde a 31% do lucro líquido individual de 2018.

Em 2018, o BPI teve um lucro líquido consolidado de 490,6 milhões de euros

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O acionista único do BPI, o espanhol CaixaBank, aprovou esta segunda-feira a distribuição de dividendos, relativos aos resultados de 2018, no valor de 140 milhões de euros, sendo a primeira vez em nove anos que o banco remunera os acionistas.

“O Banco BPI informa que, por deliberação tomada hoje pelo seu acionista único, foram aprovados o Relatório e Contas Consolidado e as Demonstrações financeiras e notas individuais relativas ao exercício de 2018 e a proposta do Conselho de Administração do Banco BPI para a distribuição de dividendos, referentes aos resultados de 2018, no montante de 140 milhões de euros”, informa o banco liderado por Pablo Forero num comunicado divulgado no site da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Num outro comunicado, o BPI indica que “o payout aprovado corresponde a 31% do lucro líquido individual do BPI em 2018 (excluindo a mais-valia potencial decorrente da reavaliação da participação no BFA [Banco de Fomento Angola])”. O payout corresponde à parcela do lucro líquido que a empresa distribui aos acionistas na forma de dividendos.

O banco refere, no mesmo documento, que a sua política de dividendos prevê “a distribuição de um dividendo anual tendencialmente situado entre 30% e 50% do lucro líquido apurado nas contas individuais do exercício a que se reporta, tendo em conta um juízo prudente face à situação concreta do banco e a satisfação permanente de níveis adequados de liquidez e solvabilidade”.

O BPI teve um lucro líquido consolidado de 490,6 milhões de euros em 2018, muito acima do resultado de 10,2 milhões de euros registados em 2017, divulgou a 1 de fevereiro o banco liderado por Pablo Forero.

A instituição liderada por Pablo Forero explica esta segunda-feira que “a aprovação do primeiro dividendo em nove anos traduz a total normalização do banco, reforçada pelo recente regresso ao mercado institucional, após uma ausência pelo mesmo período, para colocar uma emissão de Obrigações Hipotecárias de 500 milhões de euros”.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)