Cancro, uma doença que é preciso encarar

Todos os anos, surgem mais de 45 mil novos casos de cancro. Só no IPO de Lisboa, há mais de 57 mil pessoas em tratamento. Há que reduzir o risco de contrair a doença e ter proteção caso ela aconteça.

Os especialistas são unânimes ao afirmar que a melhor forma de lidar com o cancro é levar uma vida que nos ajude a minimizar as probabilidades do seu risco. Assim, ter um estilo de vida saudável e fazer rastreios periódicos, de acordo com as recomendações do médico, são atitudes que todos devemos ter. Mas a verdade é que os números sobre a doença fazem acreditar que ninguém está livre de ouvir um diagnóstico de cancro. Felizmente, há apoios de que podemos usufruir, como o seguro Vida + Vencer  e, assim, passar por uma doença destas com mais segurança e alguma serenidade.

Os números não mentem

Cerca de 25% dos portugueses terão cancro ao longo da vida, sendo os mais comuns o colorretal, o da mama, da próstata, do pulmão, do estômago e da bexiga. A doença atinge pessoas de todas as idades, mas é mais frequente a partir dos 40 anos, quando o risco passa a ser cinco vezes maior. É a segunda causa de morte em Portugal — estando apenas à sua frente as doenças cardiovasculares — e a que mais tem aumentado nos últimos anos. As causas vão desde o estilo de vida a fatores genéticos, sendo que tudo tem início quando, pelas razões mais diversas, as células do organismo sofrem uma mutação que as faz reproduzirem-se exageradamente. Formam-se, assim, tumores que quanto mais cedo forem detetados, mais fácil será combater. Os progressos da oncologia têm sido enormes e, hoje, as taxas de sobrevivência do cancro são bastante superiores às de há alguns anos. No caso da mama e da próstata, por exemplo, são de quase 90%, sendo que a do colorretal é de 60%. Cada vez temos mais razões para acreditar que um cancro pode ter um final feliz.

Enquanto a doença existe

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Radioterapia, quimioterapia, imunoterapia e cirurgias são as prescrições que mais frequentemente fazem parte dos planos de tratamentos dos doentes oncológicos. Muitas vezes, a opção é a conjunção de mais do que uma destas terapias. Tendo em conta o aumento da incidência dos casos de cancro, a afluência ao Serviço Nacional de Saúde tem aumentado, o que atrasa os tempos de resposta. O SNS possui tempos máximos de resposta garantidos, que variam conforme a gravidade. Nos casos mais graves não deve exceder as 72h. Contudo, com o aumento da incidência do cancro, os mesmos nem sempre são respeitados. Possuir a liberdade financeira para optar entre o público e privado poderá fazer a diferença para um paciente.

Para além disso, os efeitos secundários são vários, podendo, em certos casos, exigir a contratação de terceiros para cuidar do doente. Nem todos têm esta possibilidade, uma vez que se torna dispendiosa. Foi a pensar em situações com estas que o seguro Vida + Vencer, da Tranquilidade, foi desenhado. Ele disponibiliza um capital de até 100.000,00€, o qual pode ser utilizado consoante a necessidade do doente.

Já se sabe muito sobre esta doença que é uma das mais estudadas e investigadas em todo o mundo, havendo vários testemunhos de doentes que, depois do cancro, se consideram melhores pessoas, mais fortes e mais preparadas para os desafios da vida.

Um dia na vida de Luísa

Vejamos o caso verídico de Luísa [nome fictício], que foi diagnosticada com um cancro de mama há cerca de um mês. Depois de, juntamente com o seu marido e o seu médico, analisar todas as alternativas e perceber de que forma queria conduzir os seus tratamentos, iniciou a primeira sessão de quimioterapia. Nesta fase, além das angústias próprias de quem recebe um diagnóstico destes, preocupavam-na as dores e o mal-estar consequentes da medicação — que se revelaram menos intensos do que esperava —, assim como o aspeto físico. Uma amiga falou-lhe nos benefícios da psico-oncologia, e Luísa pôde, assim, ter este apoio emocional desde o início da doença.

365 dias x 50 mil novos casos

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Segundo o relatório anual da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), registaram-se, no ano passado, cerca de 3 milhões de novos cancros na União Europeia. Portugal é um dos países com menos incidência. Mesmo assim, os diagnósticos ultrapassaram os 50.000, sendo esta a causa de 25% das mortes.

Quando decidiu cortar o cabelo, devido aos efeitos secundários que a quimioterapia lhe traria (a queda do mesmo), Luísa sentiu-se contente por não ter estranhado a sua imagem de cabelo muito curto, refletida na porta de vidro do hospital. Fê-lo, também, pelo marido e pelos dois filhos (rapazes, com 11 e 15 anos), para que não se impressionassem com a iminente perda de cabelo. Pensou, ainda, na ginástica que tinha deixado de fazer, na alimentação que tinha de mudar e sentiu-se cansada. Mas avançou para a sala de tratamento onde foi recebida com o sorriso aberto da enfermeira. Na consulta seguinte de psico-oncologia, iria falar daqueles temas. “Poder desabafar e, ao mesmo tempo, compreender o que posso fazer para me manter forte tem sido importantíssimo”, conta Luísa. “Acho mesmo que é este acompanhamento que me tem ajudado a dar segurança aos meus filhos”, revela.

Assegurar a qualidade de vida

Idas ao cabeleireiro, ao nutricionista, a consultas de psicologia desde o primeiro momento da doença… tudo isto parece um pequeno luxo num país como Portugal. Mas a realidade é que Luísa, como pessoa bem informada que é, sabia que esta patologia é cada vez mais frequente e sentiu necessidade de se precaver. Procurou assegurar o seu bem-estar, caso uma doença destas passasse pela sua vida e foi por isso que, há um ano, subscreveu o seguro Vida + Vencer, da Tranquilidade.

Luísa viu nele um porto económico, pois tinha noção das eventuais despesas que uma doença oncológica lhe poderia trazer. Este seguro, único em Portugal, dava-lhe garantias em todas as situações da doença, disponibilizando ainda, de forma faseada, um capital de até 100.000,00€ a partir do momento em que a mesma era diagnosticada, podendo usufruí-lo da forma que entendesse. Luísa optou por fazer a maioria dos tratamentos numa unidade de saúde pública, investindo o capital do seguro para a promoção do seu bem-estar. Foi a um cabeleireiro “de assinatura” sem se preocupar com a conta, começou a fazer massagens numa clínica especializada para ajudar a manter uma boa circulação ao longo das séries de quimioterapia, e está a pensar em fazer uma viagem com o marido quando terminar a primeira etapa de tratamentos. Para que tivesse companhia durante os tratamentos, Luísa socorreu-se também do seguro, utilizando-o para pagar o transporte dos filhos: “Cada sessão de quimioterapia demora algumas horas, por isso, prefiro ter as visitas dos meus filhos, que vão de táxi e ficam comigo uma ou duas horas, sem que isso lhes prejudique o ritmo de vida normal”, explica. E revela que são pormenores como este que têm feito a diferença na sua autoestima. É certo que o doente oncológico tem alguns direitos assegurados na lei, nomeadamente no que toca às deslocações, mas para Luísa, a independência é fundamental. “Nada como chamar um táxi quando preciso. E para os meus filhos não haveria esse tipo de apoio.”

Dificuldades que se ultrapassam

Graças à evolução da ciência e à cada vez maior possibilidade de sobrevida do cancro, este passou a ser visto como uma doença crónica. Isto é, uma patologia para a qual não há cura, mas com a qual se pode viver, sendo devidamente controlada através de fármacos. Porém, este tipo de doença implica cuidados a vários níveis e gastos. Desde os fármacos necessários a eventuais baixas no local de trabalho — que significam uma diminuição de salário —, passando também, nalguns casos, por eventuais tratamentos de estética (nunca comparticipados pelo Estado). As despesas aumentam e os orçamentos domésticos dificilmente as comportam, o que torna mais duras e traumáticas as consequências do cancro.

Quando o pior tiver passado, reorganizar a vida também pode representar despesas acrescidas, até porque, depois de ultrapassada uma doença grave, é altura de realizar sonhos antigos e concretizar vontades adiadas.

Por isso, é muito importante ter um aliado no combate contra esta doença, que ajude a reduzir a carga que a mesma pode trazer em termos financeiros, e oferecer maior liberdade às pessoas para escolher como lidarem com esta etapa da vida. Esta foi uma das ideias que esteve na base da criação do Vida + Vencer.

Saiba mais em https://observador.pt/seccao/vida-mais-vencer/

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