É uma das notícias do dia e foi um dos temas que marcou mais uma das conferências de imprensa diárias da Direção Geral da Saúde e ministério da Saúde.

Questionada esta quarta-feira sobre as declarações do responsável pelo gabinete de intervenção para a supressão da Covid-19 em Lisboa e Vale do Tejo, Rui Portugal, que revelou ao jornal Público que todos os dias as autoridades de saúde não conseguem contactar em média 100 pessoas infetadas com o novo coronavírus, a secretária de Estado Adjunta e da Saúde Jamila Madeira afirmou: “Existe um empenho para que sejam contactados os casos ativos o mais rápido possível. Nesse contexto há dificuldades, que surgem com moradas falsas, alterações de moradas“.

São dificuldades que não negligenciamos, mas ainda assim têm estado a ser supridas muitas destas questões com a operacionalização e outros caminhos para localizar estas pessoas, ainda que não com a celeridade desejada. Esta questão não é algo que a saúde consiga responder, tem a ver com os registos”, garantiu Jamila Madeira.

A secretária de Estado Adjunto e da Saúde vincou que a dificuldade em contactar infetados não existe apenas em Lisboa e Vale do Tejo, mas que se acentua em zonas mais metropolitanas e habitadas. “Há muitos circuitos pendulares, muitas alterações de residência, toda a atualização documental nem sempre é feita da maneira mais expedita”, assumiu.

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