O modelo transitório de gestão do Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) entra em vigor esta quinta-feira, mantendo-se o normal funcionamento do sistema, apesar de os contratos ainda estarem no Tribunal de Contas. A Altice vai cobrar cerca de 13 milhões pelo serviço transitório de 18 meses, avançou o jornal Público.

Segundo o mesmo jornal, o relatório de atividades da empresa indica que, no ano passado, a prestação de serviços da Altice custou cerca de 14,2 milhões de euros, o correspondente a 74% do valor total dos serviços externos.

Numa resposta enviada à agência Lusa, o Ministério da Administração Interna (MAI) refere que a empresa que gere a rede de comunicações do Estado, a SIRESP SA, enviou para o Tribunal de Contas os três contratos relativos ao modelo transitório de funcionamento do SIRESP e tem vindo “a prestar todos os esclarecimentos solicitados” por este tribunal.

Contactada pela Lusa, fonte oficial da Altice Portugal confirmou que “há um entendimento das partes, devidamente celebrado para a continuidade da prestação de serviços inerentes ao normal funcionamento da rede SIRESP”. 

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