O líder do PSD de Setúbal, Paulo Ribeiro, e os antecessores Bruno Vitorino e Pedro do Ó Ramos integram um grupo de militantes e dirigentes social-democratas que esta quinta-feira declarou apoio à candidatura de Paulo Rangel à presidência do partido.

“Uma candidatura à liderança do PSD deve representar o respeito pela sua história e o compromisso com os seus combates e com sua matriz ideológica. A candidatura de Paulo Rangel à presidência do PSD tem tudo isto e muito mais”, lê-se no documento assinado por mais de duas dezenas de personalidades social-democratas do distrito de Setúbal.

Os autores da declaração de apoio defendem ainda que Paulo Rangel é quem está em melhores condições para “construir uma verdadeira alternativa ao Governo e assumir uma oposição séria, firme e construtiva às políticas desenvolvidas por António Costa”, mas também para “unir o Partido em torno de um projeto mobilizador”.

“Paulo Rangel alia à sua experiência política, nacional e europeia, a visão, modernidade e assertividade necessárias para que o PSD possa crescer e vencer as próximas eleições legislativas. Por isso, os abaixo assinados, declaram o seu apoio à candidatura de Paulo Rangel à presidência do PSD”, justificam os signatários da declaração de apoio a Paulo Rangel, que vai disputar a liderança do partido com Rui Rio.

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Entre os 23 subscritores do documento estão também os nomes de Teresa Costa, Presidente da Comissão Política de Secção do Barreiro, João Afonso, Presidente da Comissão Política do Montijo e vereador social-democrata na autarquia montijense, Jacinto Ventura, Presidente da Comissão Política de Grândola, Carlos Vitorino, Presidente do Secretariado Distrital dos TSD,  Armando Barata, Presidente Comissão de Auditoria Financeira Distrital, e Pedro Louro, Presidente da Comissão Política de   Alcochete, e Tiago Sousa Santos, Presidente da Comissão Política Distrital de Setúbal da JSD.

No passado dia 15 de outubro, o Conselho Nacional do PSD aprovou a realização de eleições diretas do partido para 4 de dezembro e o 39.º Congresso para 14, 15 e 16 de janeiro, em Lisboa, depois de rejeitar uma proposta de Rui Rio para suspender o calendário interno até à votação do Orçamento do Estado para 2022.