Nasceu em 2003, foi demolido em 2015, começou a ser reconstruido em 2016, foi inaugurado de novo em dezembro de 2020. O Estádio Ahmad bin Ali Al Thani, emir do Qatar entre 1960 e 1972, tem menos de duas décadas mas mais história do que quase todos aqueles que estarão neste Mundial do Qatar, com uma particularidade que faz diferença a nível de sustentabilidade e futuro a médio/longo prazo: na reconstrução do recinto, que passou de 21.282 para 44.740 espectadores (um pouco mais reduzido na fase final), mais de 80% dos destroços do antigo estádio foram reaproveitados com as árvores recolocadas à volta.

Habitual casa do Al-Rayyan SC, que dá o mote para as cores vermelhas e pretas nas cadeiras das bancadas, o Ahmad bin Ali Al Thani encontra-se localizado em Al-Rayyan, considerada a porta de entrada do deserto e com uma ligação de ferrovia a partir da cidade, e reflete essa mesma influência na fachada com a réplica de dunas entre a importância da família, a beleza do deserto e o comércio local tradicional.

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Quando terminar o Mundial, o estádio voltará a estar com uma lotação de 21.000 espectadores, tendo no seu interior o centro comercial The Mall of Qatar que será reforçado depois por outras infraestruturas.

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