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Quando comprou o Twitter, entretanto renomeado X, Elon Musk deixou clara a intenção de diminuir a moderação de conteúdos. A vontade do novo dono — e a incerteza após a aquisição — levou os anunciantes a pararem os investimentos em publicidade na rede social. Entretanto, a maioria já tinha regressado, mas, agora, a história parece repetir-se.

Um artigo publicado por uma organização sem fins lucrativos, a Media Matters, que encontrou anúncios de empresas como Apple e IBM junto a publicações pró-nazi e pró-Hitler, e uma resposta de Musk a um comentário feito por um utilizador do X que dizia que o povo judeu encorajava “o ódio contra os brancos” motivaram um novo êxodo de anunciantes.

O dono do antigo Twitter respondeu “disseste exatamente a verdade” ao comentário de um utilizador que defendeu a teoria de que as “comunidades judaicas têm promovido o tipo exato de ódio contra os brancos que afirmam querer que as pessoas deixem de usar contra eles”. De seguida, o multimilionário acrescentou que a Liga Anti-Difamação, que luta contra o antissemitismo e tem denunciado o aumento de desinformação no X, “ataca injustamente a maioria do Ocidente, apesar do facto de a maioria do Ocidente apoiar o povo judeu e Israel”. Isto porque, continuou, “não podem, de acordo com os seus próprios princípios, criticar os grupos minoritários que representam a principal ameaça” aos judeus.

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