Índice

    Índice

Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

A reconstituição do que aconteceu na praia do Meco só foi feita dois meses após a tragédia. A casa alugada pelo estudante não foi devidamente selada. Provas, como a roupa do dux, e testemunhos relevantes só foram recolhidos em fevereiro — quando os factos tinham acontecido em dezembro do ano anterior. No fundo, uma investigação que “não começou a sério até ter sido assumida pelo Ministério Público (MP) de Almada, mais de um mês depois dos acontecimentos”.

Estas são algumas das falhas apontadas pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH) que condenou esta terça-feira o Estado português a pagar uma indemnização de 13 mil euros a José Soares Campos, pai de Tiago Campos, um dos seis estudantes da Universidade Lusófona que morreram depois de serem arrastados pelas ondas do mar quando participavam numa ação de praxe na praia do Meco, em Sesimbra. E ainda 7.188,51 euros relativos aos custos com o processo.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.