A Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP) ainda não recebeu nenhum pedido do Ministério da Saúde para a abertura do concurso para substituir Graça Freitas na liderança da Direção-Geral da Saúde. O mandato de cinco anos da diretora-geral da saúde terminou a 31 de dezembro e Graça Freitas comunicou a Manuel Pizarro que não pretendia continuar no cargo, embora estivesse disponível para permanecer à frente da DGS enquanto o Ministério não nomeasse um novo dirigente.

Dez dias depois, o concurso continua por abrir. Em resposta ao Observador, fonte oficial da CReSAP avançou que “ainda não foi rececionado qualquer pedido de abertura de procedimento concursal para o cargo de Diretor-Geral da Saúde”. A informação confirma os dados publicados no site da CReSAP, responsável por receber e avaliar as candidaturas ao cargo para chegar a uma lista restrita a partir da qual o Governo nomeia um novo administrador. Não há nenhuma referência a um concurso para o cargo de diretor-geral da Direção-Geral da Saúde entre os procedimentos “a abrir em breve”, “abertos”, “em avaliação”, “com proposta de designação” ou “concluídos”.

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