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“Se há políticos que não têm medo de tomar decisões sou eu e se alguém se atravessou para salvar a empresa fui eu”. A frase, dita pelo ministro das Infraestruturas, foi um dos pontos marcantes da longa conferência de imprensa em que Pedro Nuno Santos apresentou o plano de reestruturação da TAP e na qual respondeu a quase todas as perguntas feitas dentro da sala — incluindo a questão insistente sobre a divergência com António Costa sobre a votação do plano no Parlamento — mas também aos comentadores, aos partidos políticos e a alguns sindicatos da TAP, para esclarecer os “mal-entendidos” e evitar a repetição de “informação errada.”

Esta sexta-feira, o ministro revelou que as necessidades de apoio financeiro da TAP podem ultrapassar os 3.000 milhões de euros já noticiados: 3.725 milhões de euros é o limite máximo das necessidades da empresa até 2024 que, num cenário mais adverso, terão de ser apoiadas pelo Estado. O Governo espera que o valor seja mais baixo, fique entre 3,3 mil milhões e 3,4 mil milhões de euros, mas não deixa de ser um cheque comparável na sua dimensão às injeções de capital previstas no Novo Banco no quadro do mecanismo de capital contingente: 3,89 mil milhões de euros.

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