Pele. Muito mais do que o maior órgão humano. É o escudo protetor do nosso organismo. A nossa parte mais visível. O local do corpo onde as marcas do tempo ficam esculpidas. É também na pele que aparecem, amiúde, os primeiros sintomas de que algo não está bem no nosso organismo. Dar-lhe a devida atenção é, por isso, essencial. E é isso que a Eucerin tem, há mais de 100 anos, desenvolvendo produtos que a mimam e cuidam.

Conhecendo o impacto que a pele pode ter na autoestima de uma pessoa, o Observador Lab e a Eucerin uniram-se para desenvolver o projeto “Pele com Pele”, que termina agora. Chegados à “epiderme” deste projeto, olhamos para as histórias das participantes — pessoas reais, sem guião no discurso — e percebemos que os desafios que a pele nos pode trazer podem transformar-se em oportunidades. Oportunidades de nos superarmos, se soubermos escolher os melhores aliados. Oportunidades de ter impacto junto dos outros.

O projeto

No Observador Lab, trabalhamos marcas. Mas fazemo-lo com um propósito: o de entreter, ao mesmo tempo que informamos. Foi neste sentido que nos aliámos à Eucerin, e desenvolvemos o projeto “Pele com Pele”. Um projeto em que falámos de várias condições da pele, na primeira pessoa, com pessoas reais. Para o conseguirmos, lançámos o repto aos nossos leitores: partilharem, em frente às câmaras, a história da relação com a sua condição de pele. Feito o casting, elegidos os protagonistas, montámos o estúdio e criámos o espaço necessário para que estas partilhas resultassem em histórias inspiracionais. O projeto “Pele com Pele” estava, assim, lançado.

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As participantes

Beatriz Oliveira, Susana Domingues, Carla Costa, Rosa Briz, Graça Seco e Carolina Romano foram as protagonistas das histórias reais que compuseram o projeto “Pele com Pele”. Cada uma com uma condição de pele, quiseram partilhar a sua história. Todas com o mesmo objetivo: que a partilha da sua experiência tivesse impacto noutras pessoas. Só assim é possível quebrar tabus, criar expectativas, mostrar como é possível superar uma doença e as marcas que a mesma pode deixar na nossa pele.

Um órgão, várias condições

Acne, manchas, rosácea, rugas, eczema. Estas são apenas algumas das condições de pele que afetam não só este órgão, mas também, e muitas vezes, a autoestima de quem sofre delas. Estas são as condições que fazem parte das histórias das participantes do projeto “Pele com Pele”, que, ao procurarem ajuda, encontraram a Eucerin, uma marca que faz das preocupações da pele o seu leitmotiv.

Quando o papel da mudança começa nas marcas

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Porque decidiram avançar para um projeto de marketing desta dimensão, com consumidores reais da Eucerin que acabaram por ser os modelos da marca também nas montras das farmácias?

Tudo começa com a vontade de querer fazer chegar o propósito da marca “We believe in the life-changing power of dermatological skincare” a mais pessoas. Por trás de cada produto e gama Eucerin, existe esta missão de encontrar soluções para as preocupações de pele dos consumidores e com isso proporcionar um poder transformador nas suas vidas, que contribui para uma maior confiança, autoestima e qualidade de vida. A utilização de consumidores reais parte muito de reconhecermos que quem sofre este tipo de desconfortos na pele, muitas vezes pode sentir-se sozinho. E ao partilharmos as suas histórias e testemunho real, queremos ajudar outras pessoas que passam pelo mesmo a sentirem-se representadas e otimistas, sabendo que é possível conquistar uma pele saudável, confiando em Eucerin”.

 

Tendo em conta que para este projeto foram entrevistadas pessoas que realmente usam a Eucerin, em que medida este tipo de feedback é/foi importante para a marca?
Em primeiro lugar, conhecer os consumidores pessoalmente e a sua experiência com os produtos é muito gratificante. Criamos sempre uma relação muito positiva e é importante para nós enquanto marca, porque presenciamos o nosso propósito a ser cumprido em várias pessoas, com histórias e preocupações de pele diferentes. No fim, é um grande motivo de orgulho para a Eucerin saber que existe esta vontade dos consumidores partilharem a sua experiência real, dando o rosto por uma marca em que confiam e fez a diferença na sua pele, para inspirar outras pessoas que estão na mesma situação.

 

Abordámos vários problemas de pele ao longo destes meses. De que forma a Eucerin pretende continuar a inovar para poder dar ainda mais resposta (como a formulação de novos produtos) a quem sofre destes (e de outros) problemas de pele?

Para a Eucerin não é apenas desenvolver um produto, é entregar uma solução para as reais preocupações de pele dos consumidores, que vivem diariamente com algo que os incomoda e que pode mesmo ser um entrave para a sua vivência social. Como abordámos neste projeto, temos pessoas que sofrem porque a pele está demasiado seca e causa desconforto diário. Ao mesmo tempo que temos quem sofra com acne, manchas, rosácea, que têm impacto na forma como se sentem quando se relacionam com os outros. A Eucerin faz destas preocupações de pele a sua principal preocupação, e o testemunho dos consumidores é o nosso ponto de partida. Queremos sempre ter esta proximidade com consumidores, e também com dermatologistas e farmacêuticos, para continuarmos a inovar e trazer novas respostas. É isso que orienta todo o processo de desenvolvimento da marca, que tem uma base científica muito forte e que consequentemente nos traz descobertas como o Thiamidol, que depois de 10 anos de investigação revolucionou a indústria no cuidado antimanchas. E é com esta constante procura por novas respostas, que através da investigação queremos continuar a inovar e cumprir o propósito da Eucerin.

 

Ao longo dos seus mais de 100 anos dedicados à ciência do cuidado da pele, a Eucerin tem apostado na investigação liderada por especialistas no desenvolvimento de novos ingredientes ativos e em encontrar novas soluções. Soluções, essas, cuja eficácia é reconhecida por quem usa os produtos da marca, como as participantes deste projeto conjunto que chega agora ao fim.