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O negócio da última milha está mais vivo que nunca. Se se faz e-commerce faz-se, ou tem de se fazer também, última milha. Se se vende com entrega pois faça-se, também, última milha. É, assim, incontornável a última milha para quem quer que seja. Por um lado, para o sponsor, que poderá ou quererá arranjar business partners para entregas e compartir risco. Por outro para um eventual empreendedor, ou um business partner, que quererá tirar partido da oportunidade de ser detentor da sua própria empresa e aderir a um sistema de entrega (isto configura um negócio tipo franchising, mais coisa, menos coisa). Por fim, o cliente, a razão de ser de tudo isto, na medida em que exige cada vez mais: um grito de guerra qual “I want it now”. “If I’m paying…why not?” E toca a entregar…muitas vezes ao final de uma hora depois de pago.

A Amazon lançou, recentemente, uma ordem de encomenda para 20.000 veículos (leu bem, vinte mil só nos EUA) Mercedes-Benz Sprinter. Uma evolução natural, ou a lógica moderna, do tradicional “pão-de-forma”, não em versão VW mas em versão Mercedes. O veículo é, afinal de contas, um ligeiro de mercadorias para entregas e que funciona e funcionará como forma de chegar ao cliente final.

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