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No passado dia 1 de julho, o Partido Comunista Chinês celebrou com pompa e circunstância o centenário da sua fundação. Pequim engalanou-se, num daqueles desfiles que só se conseguem em Estados que controlam os cidadãos, para emoldurar o discurso de Xi Jinping, que se tornou líder absoluto do país – da “nação” como prefere dizer –, do partido, da população e da política chinesa.

Tratou-se de um longo discurso em que Xi repetiu de diversas formas que existe um laço incorruptível entre o poder absoluto do partido, o povo chinês e o futuro próspero da nação. Por mais de uma hora, o presidente elogiou o caminho turbulento da China até à ascensão pelos seus próprios meios, os seus líderes, os seus mártires e o seu povo, como parte integrante de um projeto em curso dependente do partido liderado por si.

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