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A União Europeia está mais próxima de um Estado ou de uma organização internacional? Onde acaba o poder de Bruxelas e começa o dos Estados-membros? Se o presidente do Conselho Europeu e a presidente da Comissão Europeia visitarem um país vizinho, quem se senta no cadeirão e quem fica no sofá?

Uma dessas perguntas não é exatamente igual às outras, mas arrisca entrar no cânone europeu. Normalmente, um incidente protocolar não sobrevive um mês no centro das discussões, mas o momento turco, para além de constrangedor para todos os envolvidos, é muito útil como parábola das fragilidades da atual União Europeia.

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