Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Ufa! O furacão desvaneceu-se e transfigurou-se numa tempestadezinha.

O furacão aproximava-se a toda a velocidade, rugindo e ameaçando com vagas de fundo gigantescas, ventos ciclónicos e justiceiros e chuvas impiedosas e diluvianas. Previa-se que causasse danos incalculáveis em numerosas estruturas e que abalasse até as fundações de alguns edifícios de construção mais débil. Vaticinou-se mesmo a obliteração pessoal de alguns.

Felizmente, amainou.

E não, não me refiro ao Lorenzo, ao Ophelia nem ao Leslie. Refiro-me ao pretenso furacão António Costa e à sua maioria absoluta, que desejou, que pediu, que implorou com falsos pudores e que, por fim, se desvaneceu e que perdeu para sempre.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.